Análise do Hiroshima: Time japonês seria uma boa para o Timão



O Mundial de Clubes começou na manhã desta quinta-feira e não tivemos surpresa. O regular time do Sanfrecce Hiroshima bateu o limitadíssimo Auckland City por 1 a 0, no Estádio de Yokohama. O campeão japonês, aliás, seria um bom adversário para o Corinthians. Não afirmo isso por fragilidade ou alguma deficiência pontual dos asiáticos, e mas pelo estilo de jogo, que facilitaria a vida alvinegra.

Explico: com um estilo mais ousado de se jogar, o Hiroshima daria ao Timão um espaço absurdo para jogar. Durante o duelo com a equipe da Nova Zelândia, foi fácil de se observar buracos no esquema do técnico Moryasu, principalmente nas costas de seus alas (Koji e Mikic). A baixa estatura dos japoneses também ajudaria os brasileiros, que poderiam se impor muito mais fisicamente.

O que mais chama a atenção na equipe que enfrentará os egípcios do Al Ahly são as variações táticas dentro das quatro linhas. A formação inicial colocada em campo é o 3-6-1, onde o meio de campo fica totalmente povoado. Esse domínio explica a maior posse de bola no confronto: 56% contra 44% dos neozelandeses. No primeiro tempo este número chegou a 65%.

O 3-6-1 inicial do Hiroshima

A variação que confundiu um pouco o rival, foi que, em certos momentos, o volante Morisaki (camisa 8), virava um quarto defensor. Com a mudança, o outro volante Aoyama (que fez o tento da vitória) ganhava mais liberdade parachegar à frente.

Esquema também vira um 4-2-3-1

A paciência dos japoneses também é uma qualidade para se exaltar. Sem dar chutões, o Hiroshima procura trocar passes de pé em pé. Muitas vezes, a demora em se arriscar em alguma jogada, chegava a dar raiva. A insistência nos cruzamentos também é percebível. Foram 37 só nestes 90 minutos: sete certos e 30 (isso mesmo!) errados.

A força ofensiva da equipe é pelo lado direito. Aberto como um ponta – mas que também ajuda na marcação e na recomposição defensiva – o croata Mikic (14) é “o cara” do Hiroshima. Forte e veloz, ele deu trabalho ao representante da Oceânia. Foi tão acionado que, no final do duelo, ao ser substituído, já não aguentava parar em pé. Só ele teve quase dois minutos de bola nos pés.

Vejo poucos riscos para o Corinthians caso o Hiroshima avance às semifinais. Acostumada a jogar no erro do adversário, a equipe de Tite terá um prato cheio de alternativas para bater o campeão japonês. Para dar vexame, os alvinegros terão de fazer uma partida catastrófica… Coisa que não acredito que vai acontecer.



  • pow gente vamos com tudo vamos fazer melhor que o santos vai corinthians!!!!!!!!!!!!!!!

  • Francotimão

    Acredito q quem vier pro duelo contra nós ta valendo, temos q nos concentrar e jogar o futebol q nos levou a conquista da libertadores aqle contra as bixas B, foi de lascar…

  • Missori

    Não temos que escolher, se for possível, tem que passar o trator e ir prá cima dos gringos… Venha quem vier… Vai, Corinthians!

    • Matheus Beneli

      Missori um abraço mano, parei tmb com aquele activo esta uma droga muita gente invejosa….

  • Um pouco de cautela e paciência o Corinthians chega lá com certeza…

  • luis carlos

    se tiver comprado pode ser qq um, quem manda é o $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$pq a qualidade dos dois sao semelhantes.kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

MaisRecentes

Dois gols que o time de 2015 não tomaria. Isso levará tempo…



Continue Lendo

Quatro anos da morte de Sócrates: Doutor fala da Fiel Torcida



Continue Lendo

Desmotivado e desentrosado, Timão tem seu pior jogo no BR-15



Continue Lendo