Brasil com futuro promissor na Copa Davis



Foto: Thiago Monteiro / Crédito: Lucas Balduíno/CBT

 

Caímos de pé em Adelaide. Lutando muito, mostrando qualidade e com dois jovens incorporados ao time e mostrando personalidade, o que é melhor.
Thiago Wild e Felipe Meligeni mostraram que vieram para ficar na equipe comandada por Jaime Oncins. Para Wild faltou talvez um pouco de experiência na hora de fechar, mas do outro lado John Millman jogou muito. Não à toa venceu Roger Federer no US Open de 2018 e quase bateu o suíço no Australian Open deste ano. Apesar da derrota, Wild mostrou um nível de jogo assustador por cerca de duas horas e que em breve pode ser o raquete número 1 da equipe.
Felipe não se escondeu no jogo de dupla e por alguns momentos esteve até mais firme que Marcelo Demoliner. Jogando pela primeira vez junto com o gaúcho formou uma dupla forte que promete colocar uma pulga atrás da orelha de Oncins que não teve as presenças de Marcelo Melo e Bruno Soares. Demoliner deu a dose de exepriência e agora soma três vitórias em três jogos da competição.
Thiago Monteiro não foi tão bem na sexta-feira, mas deu a volta por cima neste sábado e jogou sua melhor partida em Copa Davis na carreira. Nunca o vi com tanto brio e qualidade jogando esta competição onde nitidamente sentia o peso de ter que carregar o time nas costas após o declínio de Thomaz Bellucci. Ainda resta a Monteiro aquela grande vitória em Davis, mas a atuação veio e é animadora.
É animador o material humano que Jaiminho teve neste final de semana e terá para os próximos compromissos da Davis. Um time mais jovem e que mostrou que tem tudo para dar conta do recado e nos levar para as finais em 2021. Nos encheu de orgulho.



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