Federer digno e louvável. Djokovic super favorito



O resultado foi o esperado. Djokovic 3 sets a 0. Mas Roger Federer foi digno. Fez um jogo muito digno e poderia até ter vencido um ou quiçá dois sets. Mas era praticamente impossível prever uma vitória sua diante de 12 horas jogadas ao longo do torneio, com 38 anos de idade e ainda uma lesão na perna contraída dois dias antes.

Federer segue sendo um gentleman no circuito. Entrou em quadra e buscou soluções. Admitiu, na enrevista pós-jogo, que suas chances de vencer estavam na casa dos TRÊS POR CENTO, isso mesmo 3%. Até discutiu um possível WO com seu time, mas deu a cara à tapa e deu um calor no sérvio. São mais de 1500 jogos na carreira sem se retirar. Louvável.

É que Novak Djokovic se sente em casa no Australian Open. Condições favoráveis, quadra dura mais lenta e sete títulos na bagagem. Vem de título na ATP Cup e NUNCA perdeu o torneio quando atingiu a semifinal.

E não tem a menor pinta que o sérvio vá perder a chance do oitavo título. Nem contra Dominic Thiem, muito menos contra Alexander Zverev. Por uma maior experiência e bagagem recente contra os Big 3 (sete vitórias em nove jogos), Thiem é o que poderia representar o maior perigo. Mas vide o acima citado sobre o sérvio na Austrália e o fator NUNCA ter vencido um Slam poderiam pesar para Thiem.

O austríaco titubeou contra Nadal, mas controlou suas emoções nos tie-breaks. Quebrou uma das barreiras a caminho de seu primeiro Slam. Mas vencer o torneio contra Djokovic seriam outros 500.

 



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