Os sabores doces e amargos de uma épica final



Independente de quem saísse o vencedor, o empate seria mais justo para esta partida, mas como no tênis não há esta opção de resultado um teria que sair com a vitória e que pena que foi em um tie-break na nova regra do 12/12. Quis o destino reservar para a fatídica regra estrear em simples justo na final em um jogo tão tenso e de alto nível como foi, um verdadeiro anti-clímax com sabor doce amargo para o público, doce para o sérvio e amargo para o suíço.
Reitero que sou totalmente contra o tie-break para definir jogos de Grand Slam e Copa Davis. Esses eventos tem a tradição que tem, a atenção da mídia e pagam valores tão altos justo por esses tipos de jogos.
E pior para Roger Federer que teve a faca e o queijo na mão, um 40 a 15 no 8/7 e não aproveitou. Ainda se manteve firme no jogo até o tie-break, mas em todos os desempates Novak Djokovic foi mais eficiente. Federer ganhou mais pontos, 218 a 203, fez mais winners, 94 a 54, errou pouco a mais somente, 61 a 52, quebrou 7 de 13 contra 3 de 8 do sérvio, foi mais efetivo nos pontos vencidos no primeiro e segundo saques. Mas o campeão foi Djokovic, foi mais eficiente nos pontosdecisivos, fechiu quando teve os match-points. Cruel para Federer.
A questão que fica é. O quão dolorosa pode ser essa derrota para Roger ? Certamente entra no hall para quedas como da final de 2008 contra Nadal do Australian Open de 2009 para o espanhol euma semi do US Open para o mesmo sérvio.  As seguidas derrotas em jogos importantes de Slam para Djokovic podem criar um fantasma ainda maior para o suíço quando encontrar Djokovic.
O título de Djokovic representa o aperto na disputa de títulos de Slam. Nole passa aos 16 com aquela grande chance de vencer em Nova York acima de Federer que permanece com 20 e Nadal que fica com 18.


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