Nadal pisa forte e aparece como favorito na final mesmo com Djokovic



Rafael Nadal deu um pouco de sorte na chave, evitou grandes sacadores, pegou vários tenistas que jogam mais de fundo de quadra, mas independente disso foi jogando cada vez melhor e surpreendendo a todos diante do cenário que se apresentava antes do torneio.
Um tênis sólido, agressivo no fundo, um saque alterado para se adaptar aos problemas físicos, um deles não muito revelado no abdômen. O nível do espanhol neste Australian Open parece acima de tudo que já jogou na carreira. A atuação contra o confiante Stefanos Tsitsipas, que tem um grande serviço e vinha embaladíssimo com vitórias sobre Roger Federer e Roberto Bautista, foi incrível.
O cenário se configura para uma decisão contra Novak Djokovic. Difícil imaginar que Lucas Pouille, estreante em semi de Grand Slam, possa causar uma surpresa. Olhando o que Nadal e o sérvio vêm apresentando, mesmo que Nole seja uma pedra no sapato de Rafa, o favoritismo é do espanhol. Djokovic não está jogando aquilo tudo que pode, pode dar um passinho a mais, se ele fazer esse movimento para a eventual final poderemos ter um daqueles jogos como o de 2012. Mas vejo o espanhol um pelinho a frente e com toda a pinta que vai faturar o sonhado bicampeonato.
Aguardemos.
No feminino Kvitova e Osaka na grande final. Essa menina japonesa mostrou que veio para ficar. O duelo vale o número 1, é nostálgico para a tcheca, marca sua primeira final de Slam desde 2014 e desde as facadas em 2016 que desfiguraram sua mão. Excelentes histórias e um grande duelo na manhã de sábado.


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