Isner é muito mais que o saque e uma direita



À exemplo de Juan Martin del Potro, John Isner levantou neste domingo seu primeiro Masters 1000 na carreira depois de três vice-campeonatos. Uma conquista merecida por sua campanha batendo o próprio Delpo que vinha de 15 vitórias seguidas, Hyeon Chung que é o segundo maior vencedor de partidas do ano e o confiante Alexander Zverev de virada na final.
Isner, aos 32 anos e com sua resiliência, é um dos maiores exemplos no tênis que um jogador não é feito por um ou dois golpes – ele no caso o saque e sua direita. O mental aliado ao coração fazem muita diferença, claro combinados com inteligência e fidelidade à tática. Por essas e outras que vemos muitos jogadores com saque não tão inferior a Isner e um arsenal muito maior de golpes se perderem pelo caminho ou não atingirem o potencial que se espera.
E não é só no piso duro que o jogo de Isner faz efeito. No saibro ele já obteve vitórias sobre Roger Federer na Copa Davis, contra franceses na mesma competição.
Isner fez e continua fazendo muito mais do que se espera dele e seus méritos são enormes, da proporção de seus 2,08m independente se você goste ou não de seu estilo de jogo.
Lamento
Essa semana o torneio de Miami postou uma foto com o pódio da Olimpíada juvenil poucos anos atrás com Andrey Rublev e Karen Khachanov como vice-campeões e os brasileiros Orlando Luz e Marcelo Zormann com o ouro. Rublev e Khachanov foram vices de Miami e ambos são top 50 mundial em simples. Orlandinho está fora do top 700 mundial e Zormann além do 800. Uma pena.


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