O que há com Djokovic ? 



Semana intensa em Miami. Novak Djokovic mais uma vez mostrou que seu retorno foi precipitado. Um mês após uma cirurgia no cotovelo foi jogar Indian Wells perdendo de um qualifier 100 do mundo e em Miami caiu rapidamente para o francês Benoit Paire. Apesar do placar apertado o jogo foi rápido e o que se viu em quadra foi um sérvio apático, cabisbaixo, conformado, totalmente fora do rumo e sem alma.
Por mais que se queira readiquirir ritmo jogando, é preciso estar bem fisica e mentalmente e não é o caso do sérvio. Possivelmente vem se pressionando talvez por vislumbrar que uma queda no ranking pode ser forte no saibro ou até por questões de patrocinadores. Nunca se sabe.
Roger Federer já não tinha jogado tão bem nas finais de Indian Wells e mostrou lentidão em Miami na derrota surpreendente para Thanasi Kokkinakis. Por mais que tenha negado, sem dúvida algum tipo de dor mesmo que nada grave sentiu. Seu amigo Fabrice Santoro disse em transmissão na semi de Indian Wells que lhe doíam as costas. Alguém com tamanha ligação não soltaria isso de graça. E tão logo derrotado na Flórida anunciou que novamente pulará TODA a gira de saibro.
Teremos um Rafael Nadal lesionado voltando ao topo, mas um Federer ausente nos próximos meses que pode reassumir o topo. Nadal terá 100 pontos de vantagem e defende Monte Carlo, Barcelona, Madri e Roland Garros, quase 5 mil pontos. Só em Roma poderia somar algo.
Quem vem comendo pelas beiradas e jogando um grande tênis é Del Potro. Sua parte física é sempre uma incógnita. Disse estar esgotado após bater Robin Haase com dificuldades, mas em seguida colocou no bolso o japonês Nishikori e novamente surge com grande potencial para chegar pelo menos na semi em Miami. A chave fica bem promissora também para Marin Cilic e do outro lado a tendência é uma zebra aparecer.


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