Federer o franco favorito em Londres. Pouco a se tirar do Next Gen Finals



Com Rafael Nadal machucado, pelo menos sentindo algumas dores, um cartel desfalcado e com tenistas de pouca experiência e o momento em si, difícil não dizer que Roger Federer é o franco favorito ao ATP World Finals.
Começou bem, sem brilho, mas fazendo  seu papel e terá agora o que promete ser seu mais duro compromisso na chave e no torneio, o sacador Alexander Zverev que virou muito bem contra Marin Cilic e jogará sem pressão contra o suíço sabendo que já lhe derrotou antes e que mesmo perdendo terá boas chances de classificação.
De qualquer forma ele é o franco favorito ao HEPTA.
Marcelo Melo pode se tornar número 1 ao fim do ano e campeão do ano ao lado do polonês Lukasz Kubot nesta segunda-feira. Henri Kontinen e John Peers tropeçaram na dupla menor ranqueada do torneio e da chave e deixam o brasileiro e o polonês dependendo de apenas um triunfo nos três jogos da fase de grupos para ratificar o título em 2017. Melo já terminou no topo em 2015, mas não havia sido campeão com Dodig. Seria um feito e tanto para o mineiro.
A dupla larga com a forte chave dos brasileiros nesta segunda com Bruno Soares/Jamie Murray contra os Bryans e depois Mlo/Kubot x Dodig/Granollers. Difícil cravar alguma coisa.
E o Next Gen Finals terminou neste sábado com o teste de regras novas, mas poucas delas devem ou deveriam ir adiante.
Um jogo sem juiz de linha requer um custo muito alto em tecnologia e seria para pouquíssimos torneios e pouquíssimos jogos. Seria um impacto negativo para o tênis. Menos juízes, menor mão-de-obra, menor interesse e os torneios médios e pequenos tendem a ter menos qualificação na arbitragem no futuro.
Os sets rápidos de 4 games reduziram o tempo de jogo tanto é que o máximo durou 2 horas, mas provocou uma enxurrada de tiebreaks, o que, na minha opinião, não é saudável. Ivos Karlovics e John Isners da vida devem ter curtido.
O No-Ad é uma regra que vem sendo discutida até para ser extinta nas duplas. Torna o jogo mais loteria, uma sorte aqui, outra ali é uma quebra que muda tudo.
O Shot Clock sim é interessante e pelo que vimos alguns árbitros demoraram mais a soltar o relógio depois de pontos mais longos, usaram um bom-senso. Darão mais respaldo para os juízes diante de quem exagera.
O coaching foi usado como show no torneio, em eventos menores talvez tivessem estrutura semelhante ao dos WTAs. Um por set bastaria no meu entender uma vez que o tênis perderia sua essência se usado com frequência.
Vale o registro – Falando em Next Gen,  Thiago Wild venceu seu primeiro future na Turquia batendo três favoritos na semana. Vai subir para o 650 do mundo em sete dias e encerrará a temporada no challenger do Rio de Janeiro.
Começa nesta segunda o primeiro future no país na temporada, em Santos. Teremos Orlandinho, Marcelo Zormann, Igor Marcondes, Felipe Meligeni. Bom para ver nossos jovens talentos em ação e a quantas anda a recuperação de Orlandinho treinando com Marcus Vinícius, o Bocão.


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