Nadal no Olimpo



Para quem tinha dúvidas e questionava a chegada ao número 1 de Rafael Nadal a resposta foi dada no US Open. Sim a chave ajudou de certa forma, não enfrentou nenhum jogador do top 25, mas derrotou com autoridade Andrey Rublev que vinha de vitórias empolgantes contra Grigor Dimitrov e David Goffin, e usou o que Roger Federer não conseguiu para virar sobre Juan Martin Del Potro, a mudança tática para incomodar e anular o confiante argentino.

Nadal não tem culpa se Andy Murray, Novak Djokovic, Stan Wawrinka e Kei Nishikori sofreram com os efeitos do árduo calendário e não tem culpa se Murray resolveu sair do torneio logo após a chave sorteada. A lacuna foi criada também por quedas de importantes jogadores do outro lado como Alexander Zverev.  Rafa foi lá, jogou um grande tênis principalmente a partir da segunda semana e coroou sua belíssima temporada com mais uma grande conquista, seu 16º Grand Slam, primeiro título em quadra dura após mais de três anos e meio.
Como prêmio terá quase dois mil pontos de vantagem para Roger Federer no ranking. Não é garantia de nada uma vez que teremos entre 4 e 4.500 pontos a disputar neste fim de temporada onde o suíço costuma apresentar seu melhor jogo,mas é uma gordura muito importante para fechar sua quarta temporada na frente.
Que Roger encontre motivação suficiente para buscar esse número 1 para fecharmos o ano de lesões com grande batalha entre os dois que antes eram considerados aposentados e agora dão as cartas.


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