É bom aproveitar. Pode ser o último Federer x Nadal…



O mundo do tênis está em êxtase. Também pudera. Nem os mais otimistas torcedores de Roger Federer e Rafael Nadal poderiam esperar, retornando às quadras, que os dois se cruzariam na decisão do Australian Open, ainda mais com as chaves que tinham, duas das mais difíceis. Os de Federer até menos que os do espanhol, creio eu.

Agora é bom aproveitar, acordar bem cedo, preparar a pipoca, sim às 6h30 da matina de domingo, ou finalizar a balada nos bares ou em casa. Tem tudo para ser a última final de Grand Slam entre os dois. Nunca se sabe, podemos até ter outra oportunidade dessas, mas a tendência nos últimos anos virou uma realidade e a qualquer momento, ou no fim deste ano, ou no próximo, um deles deve parar, ou até mesmo os dois.
No meu entendimento as chances de Federer pendurar a raquete aumentam se vencer um Grand Slam. No fundo, no fundo ele quer voltar a ganhar Wimbledon e se preparar como um louco para isso, mas caso não consiga, o título na Austrália tende a ser o suficiente. Ninguém sabe também se o joelho voltou ou voltará a doer ao longo do ano. E se doeu nesse Australian Open.
E para Nadal a situação é parecida. Com menos idade, 30 anos, é um indicativo que tem um pouco mais de combustível a gastar, mas as lesões o castigaram. Ele quer o título na Austrália, quer igualar Rod Laver (primeiro na Era Aberta a vencer pelo menos duas vezes todos os Slams) e quer voltar para o decampeonato em Paris.
Sobre a nuances da partida deste domingo não vou ficar discutindo tática pois são 34 jogos e é chover no molhado. O único diferencial que define Roger um pouco de favoritismo é a velocidade do piso. O fator saque vai ser crucial.
No mais, o que o público espera é uma batalha que é fundamental ser apreciada.
Curtinhas:
No feminino também clássico, primeira final de Slam de Serena x Venus desde Wimbledon em 2009, a nona entre elas (Serena 6 a 2). Favoritismo de Serena que vem atropelando no torneio. A vitória vale a recuperação do número 1.


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