Estaria caindo a máscara ?



Seria apenas um momento de mau-humor ou a máscara de Novak Djokovic estaria caindo ? Após vencer na estreia do ATP World Finals, o sérvio foi questionado por mais uma vez bater a raquete e correr o risco de ser desclassificado de uma partida ao fim do primeiro set da partida que virou contra o austríaco Dominic Thiem.

E Djokovic, que poderia passar com mais elegância, resolveu entrar em atrito com a mídia, reclamou da pergunta e ainda ironizou os repórteres: “Vocês são inacreditáveis”, foi uma das respostas e outra : “Se não fui suspenso, não fui suspenso. E porque vocês não poderiam ?”, “Poderia ter nevado na O2 Arena, mas não nevou”.
Não adianta. Existe uma explicação para que Nole não tenha a gama de torcedores de seus maiores concorrentes no circuito – tirando Andy Murray. Carisma se conquista. E ser autêntico é o primeiro passo assim como Gustavo Kuerten, Rafael Nadal e Roger Federer o fizeram. Já do lado do sérvio todo farol que ele faz de imitar os adversários, bater papo com o boleiro enquanto espera a chuva, parecem muito mais marketing do que realmente ele é. Ou vem demonstrando ser nos últimos meses. Quando a coisa aperta, as derrotas vêm e a fase não é boa, as verdades aparecem, o mau comportamento em quadra, as patadas constantes na imprensa. A máscara do menino-feliz, bom moço dentro de quadra e alegre aos poucos vão sumindo.
Brasileiros no Finals – A má vontade de Ivan Dodig foi notória ao lado de Marcelo Melo na estreia do ATP Finals no segundo set. Espero ter sido só um lapso pois ainda restam dois jogos e o evento em questão é importante mesmo que se vá romper com o parceiro para a próxima temporada.
Bruno e Jamie Murray iniciaram bem o torneio e têm jogo chave contra os irmãos Bryan que vale provavelmente a vaga na semifinal e dará mais um passo na tentativa do número 1 que ainda é um pouco distante, mas pode se tornar realidade com uma excelente campanha. O torneio é muito forte para se prever alguma coisa.
O Brasil tem uma nova número 1 no feminino. Foram dez vitórias seguidas de Beatriz Haddad Maia para encerrar a temporada. Dois títulos no piso duro americano de torneios de US$ 50 mil e vaga entre as 170 melhores. Um salto incrível para quem vinha tendo muitas dificuldades com o físico e confiança durante boa parte do ano. E ela passa Teliana Pereira e Paula Gonçalves e já terá vaga nos qualies dos Slams para 2017 podendo dar um UP em seu calendário.


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