Entendendo Bellucci e Djokovic



 

Novak Djokovic é o único do Big Four em Toronto. Por qual motivo ? A derrota na terceira rodada em Wimbledon pesa na confiança. Chegar na Olimpíada com vitórias e um título na bagagem seria o ideal para a medalha dourada que lhe falta na Olimpíada. Ele defende final no Masters canadense, 600 pontinhos ou 400 a mais se levar o troféu que farão diferença na frente na briga pelo número 1. Para Murray essa não ida terá o defict de 1 mil na conta. A vantagem etre os dois é de 815 no ano e pode pular pra quase dois mil. Nole tem muito a defender no fim de ano.
Para Thomaz Bellucci os pontos também são importantes. Um tanto estranho o calendário com Wimbledon na grama, challenger no saibro na Alemanha, Copa Davis no piso duro, um ATP e um challenger no piso lento antes da Olimpíada voltando pra superfície dura.
O certo é que Davis e Olimpíada não dão pontos e ele tem que buscar onde pode, no saibro. Aí o motivo por ter pulado o Masters de Toronto ou Washington, por exemplo. Tem Gstaad com semi a 90 a descartar na conta mais outros 45 do Canadá e os 90 da terceira fase do US Open. A desgastante viagem de Belo Horizonte pra Suíça deu uma pesada e os 100 pontinhos de Biella vão lhe garantir pelos 50 50 e poucos do mundo nas próximas semanas e depois da Olimpíada é tentar buscar em Cincinnati para não fugir muito do grupo.
Jogos Olímpicos são importantes, especiais para todo tenista, mas estar bem posicionado na ATP para poder jogar os Masters 1000 e os principais torneios do mundo precisam ser levados em consideração.
Thiago Monteiro não foi chamado para a Copa Davis, mas por outro lado se beneficiou muito disso. Passou dois qualies na Europa, venceu bons jogos, voltou a bater um top 30 e acumula um salto de quase 20 posições em duas semanas a oito pontinhos do top 100. São quatro ATPs jogados no ano com seis vitórias e quatro derrotas, duas quartas de final, três vitórias sobre top 50, uma sobre um dos dez melhores. Podemos dizer que ele no saibro já é uma realidade. Piso duro agora é o desafio com Atlanta, Los Cabos, Cincinnati e o US Open.
Brasil x Bélgica na Copa Davis – Duelo fora de casa é sempre mais complicado. Depois de analisar o final de semana anterior, o time belga deve colocar um piso duro coberto bem veloz. Qualquer coisa diferente não seria tão inteligente da parte deles.  De qualquer forma vendo por hoje, dá pra imaginar o Brasil em condições de ter um 2 a 1 pro domingo e com boas chances de vitória. Os torneios no piso duro vão dar uma ótica de quem merece a condição de ser o nosso número dois.


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