Brasil faz lição de casa e torce por bom sorteio



Brasil classificado na Copa Davis. Fizemos nosso papel. Aos trancos e barrancos é verdade, em parte por conta das condições rápidas escolhidas que acabaram não sendo as ideais para nossos jogadores de simples, em outra pela tradição de na competição o ranking da ATP ficar em segundo plano com grandes atuações dos tenistas equatorianos.
Ganhamos. Mas não podemos comemorar muito, esteve longe de um grande feito para o tênis e o alívio é maior do que qualquer coisa. Agora é bola pra frente esperando o sorteio de quarta-feira onde temos em tese poucas chances de jogar em casa se o ranking não mudar muito nesta segunda-feira – apenas contra a Alemanha ou Suíça como mandantes e diante da Austrália, Canadá, Espanha e Bélgica com sorteio para Japão ou Cazaquistão.
A Suíça aqui seria o ideal. Dificilmente teríamos um Roger Federer ou Stan Wawrinka de volta um mês após os Jogos Olímpicos e logo após o US Open. O time suíço sem um deles é acessível, sem os dois é muito ganhável. Para um duelo fora os belgas mesmo com David Goffin seria uma boa opção.
Curtinhas:
Enquanto ficou de fora do time da Davis, Thiago Monteiro aproveitou para furar mais um quali em Gstaad. Jogou uma partida só, mas pega um convidado e pode embolsar mais 32 pontos na ATP. Com os 65 de Hamburgo seriam quase 100 pelo menos em duas semanas. E sua chave tem Gilles Simon, um jogador encardido que é precisaria paciência.
André Ghem furou em Umag e pega o embalado Renzo Olivo que fez semis em Hamburgo. Thomaz Bellucci depois de jogar na grama de Wimbledon, saibro em Braunschweig, duro coberto na Davis, volta pro saibro em Gstaad e Biella (Itália) e volta pra dura na Olimpíada. Fisioterapia precisa estarem dia com essas constantes trocas. Rogério Dutra silva joga Kitzbuhel.


MaisRecentes

Laver Cup faz história e dá um tapa na cara da Davis. E Bia Maia muda seu patamar no circuito



Continue Lendo

Nadal no Olimpo



Continue Lendo

O enorme coração de Del Potro



Continue Lendo