Murray pode se tornar o número 1 ?

Alguns dias no circuito uma zebra e um título que podem dar um novo parâmetro pro tênis nos próximos meses. Com a conquista e, Wimledon, Andy Murray corta para menos de 5 mil pontos a desvantagem para Novak Djokovic. É muita coisa ainda, dois Grand Slams e um Masters 1000, mas basta olhar o ranking do ano para ver que a diferença entre os dois é de apenas 815 pontos, menos de um Masters 1000.
A consistência do britânico está falando alto. Chegou em todas as finais de Grand Slam, ganhou um Masters, um ATP 500, e em Roland Garros chegou a estar na frente na decisão.
Nole tem muita coisa a defender pro fim do ano, Murray nem tanto e mantida a pegada do natural de Dunblane uma chance ele vai ter até o ATP World Finals. Basta também, é claro, que o sérvio oscile. O ano de Djokovic é excelente, mas dois deslizes já aconteceram, um em um Slam que pesa muito na pontuação e outro em Monte Carlo.
Mais do que essa disputa foi ver a coragem e o domínio de Murray diante dos adversários em Wimbledon tirando a partida contra Jo Tsonga. Sem Federer e Djokovic pelo caminho tinha muita pressão em uma final contra um sacador com apetite e controlou suas emoções trabalhando bem as passadas e devolvendo com firmeza o demolidor serviço do canadense.
Curtinhas:
Thomaz Bellucci campeão em Braunschweig, volta ao top 50 consumada. Uma pena ter um ATP 500 na semana da Copa Davis, a chave de Hamburgo poderia ser acessível com muitos pontos em jogo. Ele volta para jogar Gstaad e um challenger na Itália antes das Olimpíadas.
Thiago Monteiro arriscou, foi pra Alemanha, furou o quali e tem uma primeira rodada ganhável. Se conseguir o triunfo serão 65 pontos somados, uma final de um challenger grande, posições preciosas na busca pelo top 100.


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