Federer não está acabado. Brasil com sete na Olimpíada ?



Roger Federer duas semanas em torneios na grama perdendo para jovens valores no detalhe. Já se fala que o suíço acabou, perdeu o gás. Sim, ele não é o mesmo, mas isso já sabemos desde o começo desta década. Agora o tênis é cíclico que Roger, como todo tenista, passou por lesões e não é em um clique, em um torneio que a confiança vai voltar. Leva um tempo, ainda mais em sua idade e suas derrotas em Halle e Stuttgart não foram acachapantes, mais sim apertadas. É preciso dar tempo ao tempo.

Novak Djokovic só é tão dominador porque é excepcional e não tem lesões. Quando elas vierem, e vão chegar, será impossível manter tal domínio. Por enquanto ele é bem favorito em tudo que joga.
E na Olimpíada a CBT inscreveu sete tenistas. Além de Thomaz Bellucci, Teliana Pereira e a dupla Marcelo Melo e Bruno Soares que está garantida, André Sá foi inscrito com Bellucci na dupla, eu diria com boas chances de entrar – seria assim o brasileiro com mais Jogos Olímpicos no tênis com quatro disputas -, Rogério Dutra Silva também com grandes possibilidades, mas aguardando as apelações que a ITF vem recebendo. Por exemplo, Juan Del Potro usaria ranking protegido e tampouco esteve apto pra Copa Davis, brigou com a federação local. Paula Gonçalves tem boas chances de formar a dupla nacional com Teliana Pereira, mas tem remotas possibilidade de jogar simples como foi inscrita.
A incógnita é a dupla mista. Com quem Teliana Pereira joga ? O ideal seria a Paula com Bruno, mas a escolha deve ser por melhor ranking. Marcelo Melo no momento é o 1 do Brasil. Mas a definição dessa categoria só sai na semana dos Jogos.
Curtinhas:
André Sá, aos 39 anos, vice em Queen´s, derrotando Bruno e Jamie nas quartas. Mostrando o seu valor e de volta ao top 50.


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