Roland Barrô



Tenistas entrando em quadra com chuva, tendo que jogar o máximo que puderem com o mau tempo, em cima literalmente do barro, em condições deficientes e até perigosas, podendo causar lesão, uma travada de pé, escorregão ou outro problema que só uma quadra encharcada, recheada a de lama, provocam.

Um raio que atinge a torre de transmissão e faz com que por horas os jogos da quadra central tenham que ser mostrados de uma câmera de cima, sem caracteres e nenhuma informação do placar do jogo.
Fora os outros problemas que Roland Garros já tem como espaço apertado e recursos obsoletos diante de outros Grand Slams.
A organização vem fazendo de tudo para minimizar o problema do mau tempo, mas ao mesmo tempo mostrando fragilidades, expondo os jogadores e contribuindo para a banalização do espetáculo. Duas das principais favoritas caíram e reclamaram muito,Ernests Gulbis e David Goffin se recusaram a jogar. Novak Djokovic, que já reclamou da falta de iluminação, ainda não falou nada pois a coletiva de imprensa só acontece depois de seu jogo.
É bom que não esqueçamos. O torneio atrasou o projeto por birra da associação de moradores do local que entraram com diversos recursos junto à prefeitura de Paris e contestações na realização da obra de modernização e também “burrocracias” que nós aqui do Brasil estamos bem acostumados. Bem, nós não temos um Grand Slam, mas este Major, como Radwanska comentou, parece mais um future e entra no hall no pior dos Slams no momento. Lamentável


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