Federer deixa vazio enorme em Roland Garros. Nadal vai ter que se superar



O quadrante mais difícil de Roland Garros é o de Rafael Nadal entre os principais favoritos. Duas primeiras rodadas teoricamente fáceis e o problema já começa com Fabio Fonini na terceira, Dominic Thiem nas oitavas, Jo Tsonga, que joga bem em Paris, nas quartas, e claro, Novak Djokovic na semi.

Andy Murray, em papo com o Bandsports, comemorou ficar longe de Novak Djokovic na chave, e em princípio só deve se complicar lá pelas quartas contra Kei Nishikori e depois Stan Wawrinka. Parece que as coisas conspiram para o britânico. Veremos.
Quem joga na semana anterior costuma desperdiçar energia ainda mais pra um Slam com jogos muito definidos no físico como é o Aberto da França. Não acho que Wawrinka tenha feito uma opção certa, mas por outro lado ele chega confiante pelo título em Genebra.
O torneio tem um enorme vazio. Sem Roger Federer pela primeira vez em um Grand Slam desde o US Open em 1999. Muitos dos leitores talvez nem tinha nascido ou ainda pouco conheciam de tênis quando isso aconteceu. Foi um recorde com 65 Majors seguidos. É duro ver Federer fora de um Slam, ele significa muito pro esporte. Deixa um vazio enorme. Como seria o tênis sem ele ? Ninguém sabe. Ninguém está preparado.
Thomaz Bellucci tem uma ótima oportunidade em Roland Garros de jogar solto contra um tenista que confessadamente sente a pressão por jogar o torneio em casa e pede para não atuar na quadra central, a Philipp Chatrier. Rogério Dutra Silva tem uma missão bem complicada contra Gilles Simon.
A chave feminina tem uma favorita: Serena Williams. Victoria Azarenka está baleada e as demais cambaleando. Por outro lado o evento tende a ficar interessante pela imprevisibilidade. Surpresas devem acontecer.


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