O que Ljubicic pode acrescentar para Federer ?



São 19 jogos entre os dois, 16 vitórias de Federer e um currículo muito mais vasto que Ivan Ljubicic. Se for por comparação de currículo, Stefan Edberg é um dos poucos que poderiam trazer algo diferente e trouxe bastante nos dois anos que ficaram juntos principalmente no jogo agressivo.
Tecnicamente falando, Ljubicic não tende a trazer nada de novo para Federer. O saque ? Bem, Roger já tem um dos serviços mais eficientes do circuito. A questão central seria no mental. Em primeiro lugar, Federer e Ljubicic sempre foram amigos apesar do vasto número de jogos e da grande liderança do suíço no retrospecto. Ivan é conhecido por ser uma pessoa tranquila e vem de um grande trabalho com Milos Raonic onde, em dois anos e meio, o levou ao top 4. E quer queira, quer não, o croata saiu da guerra em seu país e com um tênis mais limitado conseguiu ser três do mundo, ganhou Masters 1000, Copa Davis, venceu muito mais do que se imaginava.
Severin Luthi continua no staff de Federer assim como faz desde 2008 e seguirá sendo o peão na vida do suíço, mas como tal sempre o menos reconhecido.
Curtinhas:
A saída de Edberg, segundo o próprio comenta, é pela rotina de viagens e compromisso do que alguma divergência, pelo menos no que publicamente foi externado. A parceria deveria ter sido interrompida em 2015, mas em comum acordo o sueco aceitou renovar por mais um ano.
Ser técnico de tênis não é fácil, viajar o circuito, deixar família, filhos, a casa de lado. Ainda mais pra quem já conquistou um monte de coisa.


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