Marcelo Melo, o melhor do mundo



O tênis brasileiro está em festa. Teremos, no dia 2, um número 1 do mundo nas duplas pela primeira vez na história e um melhor do mundo pela primeira vez após 14 anos, desde que Gustavo Kuerten deixou o topo em 2001.

Poucos anos atrás quase ninguém, muito menos os torcedores e jornalistas que escrevem sobre tênis, poderiam imaginar que isso fosse ocorrer por limitações que o tenista apresentava no serviço e nas devoluções e sempre mais ofuscado pela mídia diante do sucesso de Bruno Soares.
Quietinho, igual ao jeito mineiro de ser, foi trabalhando esses aspectos com seu técnico Daniel Melo que é um dos grandes responsáveis por seu crescimento. Bateu cabeça por um tempo para achar um parceiro de qualidade e não só o fez como se tornou um jogador que se adapta bem a outros duplistas.
Quando os gêmeos Mike e Bob Bryan abaixaram um pouquinho, ele foi lá, venceu um Grand Slam, produziu belos resultados e mesmo sem seu parceiro fixo, consolidou o sonho e uma façanha que precisa ser muito valorizada aqui no Brasil pela mídia.
Parabéns Marcelo. O cara que conseguiu destronar os maiores campeões da história, os irmãos Bryan, tanto dentro de quadra em uma final de Slam e agora no ranking. Feito épico.

 



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