Melo inicia a briga pelo Nº 1 do mundo



Em outubro do ano passado, quando assumiu a terceira posição pela primeira vez, a diferença para os irmãos Bob e Mike Bryan era inatingível com seus quase seis mil pontos de vantagem. Após o título de Roland Garros ela abaixou para pouco menos de quatro mil, ficando ainda assim bem longe.

Mas a partir desta segunda-feira, os gêmeos já começarão a ver Melo no espelho com uma disputa que pode ser empolgante para o fim de ano.
Com o calendário alterado por conta da semana a mais para torneios na grama, os pontos do Masters 1000 de Xangai, na China, conquistados pelos irmãos, já cai nesta segunda-feira e eles não trabalharam bem em Tóquio sendo eliminados na estreia pelos colombianos Juan Cabal e Robert Farah.
Marcelo Melo, por sua vez, que tinha 180 pontos a descartar, vai somando 300 da final com o sul-africano Raven Klaasen – Ivan Dodig volta nos torneios europeus – e passando aos 6870 pontos, podendo atingir até 7070 caso vença o título na madrugada deste domingo.
O gêmeos vão iniciar a próxima semana com 8490 e uma má campanha em Xangai pode deixar o brasileiro a apenas 620 ou 420 pontos da inédita primeira posição no ranking.
Olhando mais a frente, até o fim do ano, o brasileiro tem boas possibilidades de atingir o topo caso vá bem nas três principais competições que são Xangai, Paris e o ATP World Finals. Ele só descarta mais 800 pontos diante de 2300 dos Bryans que defendem o título em Londres e Paris.
Jamais um brasileiro ocupou a ponta do ranking individual de duplas. Melo e Bruno Soares detêm o recorde com a terceira colocação. Marcelo ocupou por algumas semanas o topo do ranking do ano com Dodig após o título no saibro parisiense e é o atual terceiro colocado a 1145 pontos dos gêmeos, distância um pouco mais difícil de pegar já que deixará de jogar um Masters 1000 com o croata.
Não custa nada sonhar. Afinal os Bryans estão mais vulneráveis este ano, passaram em branco nos Slams.


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