Falta brilho



São 15 jogos seguidos sem vitória contra um top 10, mais de três anos de jejum, oito apenas este ano. Precisamos olhar com ótica positiva, enfrentar tenistas deste quilate com frequência indica que Thomaz Bellucci vem jogando torneios maiores e tendo a consistência ao avançar nas chaves.
Olhando por outro lado, por mais que esteja na temporada que pode ser a mais consistente de sua carreira, certamente essa falta de brilho pode lhe incomodar. Mas então e aí, o que está faltando ? Mais convicção, maior controle das emoções nas horas chaves por um período muito longo, que é basicamente falta a Thomaz para desabrochar e virar um top 20, um top 15.
Um bom início de partida, quebra com 2/1 um rival errando, serviço com 40/30 e duas duplas-faltas, um slice na rede. Um início importante de segundo set e o saque perdido com dupla-falta. Esses detalhes fazem a diferença e fazem os rivais que já são bem difíceis de serem batidos, se tornarem monstros na confiança e aí onde os jogos começam a escapar e o brasileiro a se perder um pouco no lado mental.
De qualquer forma, precisamos aplaudir Bellucci. Raramente vem perdendo para tenistas abaixo no ranking, se tornou outro jogador. Só falta dar esse passinho a mais, para ter maiores conquistas e estar onde ele quer. Faz parte do processo.
E lá se foi mais uma vez Rafael Nadal cedo em um Grand Slam. Mantendo seu nível inconstante onde acabou transformando Fognini em um monstro ao não fechar a porta como deveria no terceiro set. Foi o melhor jogo do torneio e o melhor do ano até aqui, mas não podemos negar que o espanhol novamente tropeçou e acumulou mais um resultado negativo.
Roger Federer segue passeando e mesmo sem jogar o seu melhor vence rápido, em menos de duas horas um top 30. Está voando o suíço e favorito para ir à final.


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