As escassas opções de Bellucci



Thomaz Bellucci irá para o sétimo treinador na nona temporada. Para 2015, o paulista quer um brasileiro, com experiência e que seja amigo fora de quadra. Todavia não vejo tantas opções como o jogador diz ter.

João Zwetsch há um ano vem desenvolvendo trabalho na Tennis Route, no Rio de Janeiro, vivendo um sonho que tinha como treinador. Como treinador da Davis ele acompanha alguns atletas brasileiros durante algumas viagens, mas poucas semanas. O jeito durão e centralizador de Larri Passos não encaixa com o que o brasileiro quer e o gaúcho está com a austríaca Tamira Paszek.

Marcos Daniel fez um bom trabalho em Itajaí (SC), deixou o circuito recentemente e seria uma boa opção. Todavia também acabou de começar uma vida nova para trabalhar com o irmão tocando empresa do ramo de construção civil, em Passo Fundo (RS). Jaime Oncins começou no último mês um projeto para universitários e mudou para os EUA. Ricardo Mello conhece bem Thomaz, seria uma boa possibilidade, ainda não tem muita experiência no ramo, mas está se aprimorando.

Ricardo Acioly comanda sua academia, a Acioly Tennis Team, onde treina João Souza, o Feijão. É o nome com mais experiência com jogadores ATP que ainda não comandaram Thomaz. Teria que conciliar com Feijão e se propôr a viajar bastante já que também conta com filhos pequenos.

Carlos Alberto Kirmayr dispensa comentários. Levou Gabriela Sabatini ao título do US Open em 1990, mas possui diversas atividades com clínicas e o programa Prep School voltado para alunos que desejam jogar tênis e ter formação acadêmica nos Estados Unidos.

A questão que bate na cabeça de quem for receber uma proposta. Arriscar em deixar o certo pelo duvidoso ? O histórico de Bellucci está aí, dura um ou dois anos, no máximo.

Enquanto não se decide, Bellucci treina com Eric Gomes, que também dá seus primeiros passos de treinador, mas não tem a experiência que Thomaz exige. A temporada está aí, batendo na porta.

Curtinhas:

As informações que chegam é que ainda sente uma dorzinha ou outra no púbis e isso preocupa ainda mais na época que é para pegar duro na pré-temporada. Ainda restam duas semanas que serão cruciais. Já vimos, não só com Bellucci, mas sim com Roger Federer, que uma pré-temporada com problemas pesa no desempenho e resultados, principalmente no começo do ano.



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