A briga esquentou pelo Nº 1. Federer pode assumir o posto após Paris



Todos davam como certo que Novak Djokovic terminasse esse ano como número 1, muito por conta dos diversos problemas que Rafael Nadal atravessa. Todavia a regularidade e ótima produção de Roger Federer dando as cartas em momento decisivo mudaram o cenário e trouxeram uma pimentinha a mais para o fim deste ano.

Eram 28 vitórias seguidas de Djokovic na China até o encontro da manhã de sábado onde encontrou um Federer confiante e fazendo tudo certo em um tênis plástico, bonito de se ver, jogando no ataque com precisão e botando pressão com ótimas subidas e voleios precisos. O tênis em um piso rápido pede que o jogador vá à rede, mas atualmente raros jogadores conseguem produzir tal estilo com precisão e Federer retomou isso com maestria esse ano em sua parceria com o sueco Stefan Edberg.
Neste domingo poucos pontos decidiram e Federer venceu uma dura partida contra Gilles Simon que tem um tipo de jogo que incomoda muito o suíço com ótimos contra-ataques. E foram mais 1 mil pontos no bolso e 1,3 mil a menos de diferença para Djokovic.
Fazendo os cálculos, Federer tem no ano 990 a menos que o sérvio na tabela que vai decidir quem será o melhor da temporada. Temos na disputa mais 3 mil que os dois irão disputar com os torneios da Basileia, Paris e o ATP World Finals.
Esse ranking do ano vale bastante agora para se ter uma noção mais exata da briga. Transferindo para o de entradas, a vantagem de Nole passará a ser de 2.430, mas Djokovic terá 2.500 a defender e Federer 1.060.
Ativando os cálculos, Federer pode assumir o número 1 após Paris caso vença o torneio e o ATP da Basileia e se Djokovic, por exemplo, cair até a semi na capital francesa e parar antes da semi na Basileia. Neste cenário, Djokovic ficaria com 9460 enquanto que Federer chegaria em Londres com 9520. Só lembrando que os pontos do Finals caem na semana que se inicia o torneio, ou seja, logo após o Masters francês.
É bom que se lembre. Djokovic será papai em breve. Ele não revela quando, mas sabe-se que é grande a chance que seja agora em outubro. Se o fruto do amor com Jelena Ristic vier no fim do mês ele corre o risco de ficar de fora da Basileia ou Paris o que só aumenta as chances de Federer. Pelo menos o sérvio vem dizendo que deixaria o tênis em segundo plano para tal ocasião. Veremos.


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