Começa o Aberto dos EUA para Djokovic e Federer. Murray e Wawrinka correm por fora



Começa o US Open para Djokovic e Federer. Wawrinka e Murray correm por fora
Apesar de negar veementemente, o US Open começa nesta quarta-feira para Novak Djokovic. Deveria ter iniciado nesta segunda, mas o sérvio está tão firme que Philipp Kohlschreiber apenas lhe fez cosquinha.
O número 1 do mundo é outro jogador em relação aos Masters 1000 de Cincinnati e Toronto, provando que não se preparou adequadamente para as competições de aquecimento para o Grand Slam americano. Mesmo que novamente negue, ,algo que é para não ficar mal com a ATP, o sérvio deu a deixa após a vitória de hoje com a frase “Fico orgulhoso por ter jogado tantos jogos de quartas de final consecutivos. Só diz que dou mais valor a esses torneios e sempre tento jogar o meu melhor tênis. Me motiva para o futuro continuar essa série”, apontou Nole que alcançou sua 22ª quartas de final consecutiva em Major.
 
Sim, a verdade é que pegou babas nas três primeiras fase. Paul-Henri Mathieu nunca mais foi o mesmo depois das lesões e hoje é um mero coadjuvante. Sam Querrey, desde o acidente cortando a mão, não consegue embalar e mostra muita inconsistência, e o baixinho Diego Schwartzman tem ZERO vitórias no piso duro, incluindo em challengers. 
 
Agora a vida do sérvio tende a mudar e os testes ficam mais difíceis. Andy Murray é sinal sempre de um jogo longo, mesmo que venha a ser em três sets, e o britânico joga com menor pressão por sua fase nada animadora (sem nenhuma final desde julho de 2013) e pela convincente vitória sobre o francês Jo Tsonga. 
 
E para semi, se passar, Novak terá um Stan Wawrinka que vem provando, desde o início do torneio, estar firme na parte mental e se livrando de vários buracos com o serviço. Fez um quarto set impressionante nesta segunda diante do competente e sempre perigoso Tommy Robredo. Vejo o suíço mais forte do que contra Milos Raonic ou Kei Nishikori na próxima fase.
 
Do outro lado Roger Federer, apesar do susto contra Marcel Granollers, avança em velocidade de cruzeiro. Nem tanto com a mordomia de Djokovic, mas jogando bem e o suficiente para não passar aperto. O suíço pegou uma chave abençoada, mas é bom que abra o olho com Roberto Agut, um espanhol que joga mais agressivo que os demais e pode incomodá-lo.
 
No lado feminino todas as top 10 exceto Serena Williams caíram fora antes das quartas o que deixa bem aberto a rival da americana na final. É muito difícil imaginar que ela não esteja lá, a menos de Victoria Azarenka resolva aprontar. Está avançando muito na base do coração, ainda um pouco longe daquele tênis que jogava até o ano passado. Caroline Wozniacki mostrou força e é minha principal favorita para a decisão, mas o nível está bem aproximado.


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