Djokovic volta a sonhar com o Nº 1. Federer sobe



Sem ser brilhante, titubeando um pouco no fim, mas sendo decisivo, Novak Djokovic conquistou o Masters 1000 de Indian Wells. Roger Federer começou muito bem, mas faltou consistência no segundo set e no tie-break decisivo. Sua campanha e atuação nesta final não deixam dúvidas que o suíço voltou a ser protagonista no circuito.

Se a situação de Rafael Nadal era tranquila até o fim do Australian Open com cerca de 4 mil pontos e dois Grand Slams de vantagem no topo do ranking, agora já não é tanto assim. Sua derrota na terceira rodada na Califórnina o fará cair para os 13130 pontos e o título coloca Djokovic com 10900. Ainda folgados 2230 pontos. Folgados para as próximas semanas, mas olhando no horizonte a maré do espanhol pode agitar bastante com possibilidade do sérvio tomar a liderança até mesmo em maio caso Nadal tenha uma inesperada queda de nível no saibro.

Mesmo com tudo na base do “se”, preciso apresentar as possibilidades.

Em Miami os dois partem praticamente do zero na batalha. Nadal não defende nada e Djokovic apenas 90. Ou seja, pode aumentar cerca de 1 mil ou então baixar nessa faixa. No pior cenário para Nadal, ele chegaria no saibro com 1330 de frente e para defender mais 3100 contra 1190 do sérvio na série pré-Roland Garros. Ou seja, muita pressão nas costas para repetir boas campanhas e manter a liderança até pelo menos o início do Aberto da França. Resumindo. Pode ficar interessante isso aí. Aguardemos os próximos capítulos.

Falando em ranking, Federer subirá três posições e ficará em quinto lugar ainda solto para a chave de Miami para cair nas quartas contra qualquer um dos quatro (Nadal, Djokovic, Wawrinka ou Ferrer).

Continuando. Federer perdeu a chance de assumir a liderança do ranking do ano. Ainda não é muito considerado pois é início de temporada, mas é um enorme alento para quem era dado por muitos como aposentado no fim da última temporada.

Stanislas Wawrinka mantém a ponta com 2380 pontos contra 2010 de Federer que deixa Rafael Nadal para o terceiro lugar com 2000 e Novak Djokovic agora em quarto com 1690 contra 1685 de Tomas Berdych.

Esse ranking vai virar em novembro o do fim da temporada classificando os oito melhores para o ATP Finals. Marin Cilic, David Ferrer e Grigor Dimitrov fecham o top 8 com Dolgopolov em nono. Andy Murray é o 11º.



  • Eduardo

    Mais uma vez quem dava Federer como acabado para o tênis se enganou. Essa história se repete desde 2008. Ainda veremos o suíço ganhar muitos titulos e talvez, até GS. Não de pode nunca duvidar de gênios Que bom para que ama o esporte. .

  • ALCIR GUEDES

    CARO FABRIZIO.
    Tenho 74 anos e acompanho tenis desde que a tv possibilitou.
    Em minha opinião ROGER FEDERER É O MELHOR JOGADOR DO MUNDO, EM TODOS OS TEMPOS DA ERA MODERNA(1967)

    • Mário Fagundes

      Concordo, Alcir! O GOAT ainda vai proporcionar muitas alegrias a seus fãs. É só início de temporada. O melhor ainda está por vir. Abraços!

    • Maurício Luís

      Sr. Alcir, com todo respeito pelos seus 74 anos, acredito que ao menos em alguns aspectos o Jimmy Connors foi superior ao Federer. Ganhou 108 títulos de simples, recorde absoluto no masculino.
      Mas o que mais me impressionou foi a capacidade dele de renascer das cinzas, como a ave Fênix. Deram-no como superado por Borg em 79, 80 e 81. Em 1982, aos 30 anos, venceu Wimbledon. Em 1991, outra façanha: chegou à semifinal do US Open aos 39 anos de idade. Isto depois de enfrentar jogos de 5 sets desde a primeira rodada. Num deles, bateu AAron Krikstein – 15 anos mais novo: 24 anos – no tie-break do quinto set, depois de estar perdendo por 5 a 2.
      Pelo menos em matéria de longevidade, ele foi o maior de todos.
      Por essas e por outras, até hoje sou fã dele.

      • Junior

        Não entendi de onde o Federer renasceu, ganhou um torneio da série 500, apenas isso, levou uma sova do Nadal na Austrália e continua perdendo para o Nole, será que estou vendo outra coisa ?

  • Marcelo Fiório

    Prezados,
    Dou 4 argumentos para discutir de que o Federer não é o melhor de todos os tempos:
    1. Tem confronto negativo contra vários tenistas da sua época (Ex. Nadal e Murray). Ambos ganharam mais do suiço do que perderam. Sendo que o Nadal é uma lavada;
    2. O Federer nunca conseguiu levar a Suiça para uma conquista na Davis, sendo que já perdeu em casa para o Isner na Davis;
    3. Federer tem um ponto falho, que é a sua esquerda;
    4. Federer nunca ganhou uma Olimpíada.
    Valeu

    • Eduardo Efrem

      Caro Marcelo,

      Com todo respeito, seus “argumentos” (que não são tão seus assim, sendo sempre as mesmas falácias que os torcedores passionais, sem critérios e com praticamente nenhuma referência cultural de senso-crítico apurado, como nós brasileiros, utilizam pra defender seus “ídolos” momentâneos impostos por uma mídia totalmente manipulada) poderiam simplesmente serem refutados com a simples lógica de que a discussão não é quem é o melhor, pois ninguém é melhor que ninguém, a não ser do que si mesmo, afinal, atletas que chegam aos altos níveis (não os que se conformam com a mesmice de pseudo-conquistas) que estão inseridos dentro de um universo intrigante e rico em detalhes como o do tênis, sempre estão na busca do auto-conhecimento, no compreender suas virtudes, limitações e pontos de melhoraria, do entendimento do circuito e de saber quem são seus “oponentes”.

      No tênis se avalia pelo menos 4 aspectos essenciais: Físico, Mental, Técnico e Tático. Além de um 5o elemento, que poucos são dotados naturalmente, o da Geniliadade, mas que depende consideravelmente dos demais para que possa ser desenvolvido. Partindo desses pontos para abordar quem é o mais completo e o que mais fez em termos de conquistas e transformação para o esporte, que muitos sem saber traduzir, por isso elegem Federer como “O melhor de todos os tempos”, na verdade, o que mais realizou grandes feitos (o Wikipédia esta ai pra dirimir qualquer dúvida ou o próprio site da Atp), no que diz respeito a conquistas, recordes, visibilidade do esporte, dominar a maior partes dos atributos supra-citados aliados a sua geniliadade, dentre tantas outras façanhas, apesar de ao longo de sua carreira não fazer tanto uso do tático em virtude de sua genialidade ser favorecida por sua notável capacidade técnica, firmeza e consistência mental, usufruindo o máximo que pôde de seu vigor físico, coisas essas que como todo bom atleta, chega as suas limitações ao longo do tempo por seu físico não contar mais com o auge de sua melhor idade.

      Bem como Rafael Nadal possui uma fortaleza mental invejável na história do tênis, uma inteligência tática incomparável, ainda mais no que diz respeito a conhecer bem a si mesmo e as vulnerabilidades de seus adversários, além de um preparo físico distinto dos demais, o que se pode notar pelo seu físico, em contra-ponto, não é tão bem dotado tecnicamente e muito menos possui um talento nato para o esporte, entretanto, tanto Federer quanto Nadal fizerem coisas, e ainda farão, este mais que o outro, por ainda desfrutar de seu bom preparo-físico, muito pelo tênis e pelo esporte, nos deixando lições distintas sobre aproveitar o máximo seus talentos e aprender a superar, no mais profundo, suas debilidades.

      Quanto aos seus “argumentos”:

      1 – Head to Head não comprova quem é melhor, mas sim assentua os pontos a serem melhorados em ambos. Ressaltando que tanto Nadal e Murray são de uma geração diferente à de Federer, logo, ainda desfrutam de um melhor preparo e vigor físico;

      2 – Todo grande vencedor teve conquistas não concretizadas e derrotas lamentáveis o que fizerem deles melhor e marcantes por suas características SINGULARES;

      3 – O “ponto falho” de Federer, biomecanicamente falando, é uma fragilidade de todo atleta que executa um backhand com uma única mão, quando comparado com as vantagens que se tem de quem joga com as duas. Sendo mais difícil ainda, devolver uma bola alta cheia de spin na esquerda, detalhe que Nadal se prevalece e mina o mental de seu adversário, mostrando o quanto se conhece e busca na tática, se sobrepujar ao seu oponente;

      4 – Em relação as Olímpiadas!? Nem o Pelé meu caro… Nem Pelé!! A diferença entre Federer e Pelé nessa quesão, é que, apesar de Federer esta em final de carreira, o mesmo ainda continua atuando, Pelé não mais, a não ser com suas preciosas “pérolas da copa”, porém, isto já é conversa pra outro assunto… Afinal, de Federer, Nadal e Pelé todos nós temos um pouco, só cabe a nós escolher que parte queremos ter como lição, para encontrarmos nós em si mesmo.

      No mais, lembre-se, tudo é manipulação de questões sem respostas levantadas por canais de informações cheios de interesses escusos que fomentam nossa vaidade em achar que existe quem e o que é melhor.

      Um abraço á todos.

    • Mário Fagundes

      Caro Marcelo,

      Sempre haverá grande discussão em torno do “melhor de todos os tempos”. Nem Pelé e nem Schumacher, por exemplo, são unanimidade. Você apresentou 4 argumentos contra Federer. Penso que essa discussão só poderá se encerrar quando todos os tenistas da atualidade pararem de jogar. Nem preciso falar em números, recordes, pois todos sabemos que a grande maioria dos números do tênis são favoráveis a Federer, que já avisou que permanecerá no circuito por mais algum tempo. O confronto negativo contra Murray pode ser revertido. Contra Nadal, quase impossível a essa altura da carreira. Mas é bom lembrar que esses dois tenistas não têm um histórico de regularidade como o tem Federer. Neste quesito, é Federer quem dá uma “lavada” nos dois, apesar da diferença de idade. Sobre Davis, Federer tem grandes chances de vencê-la neste ano, pois agora tem um time competitivo. Federer, ao lado de Stan, foi campeão olímpico em 2008. E já avisou que vai disputar o torneio de simples em 2016, no Rio. Quem duvida disso? Até pouco tempo, imprensa, especialistas, tenistas e até mesmo grande parte de seus fãs o davam como acabado. Aí, vem 2014… Perto dos 33 anos, Federer se recuperou de lesão nas costas, substituiu o técnico, trocou a raquete, fez uma boa pré-temporada, anunciou a gravidez da esposa e voltou a jogar bem, vencendo grandes rivais, disputando títulos e fazendo um dos melhores inícios de temporada de sua vitoriosa carreira. Quem, dos tenistas atuais, chegará a essa idade, motivado, confiante, saudável e jogando em alto nível como Federer? Você já pensou na possibilidade de Nadal encerrar a carreira primeiro que Federer? É notória a força que o espanhol faz para jogar. Ele está chegando aos 28 anos e certamente vai perder explosão, velocidade, tempo de recuperação nos movimentos. Por mais forte que ele seja mentalmente, o corpo reclama. A vida é assim! E aquela esquerda realmente é um ponto falho do suíço, mas também quando ela pega de jeito, que beleza, que plástica, hein, Marcelo?! Daqui em diante, só quero mesmo é curtir o fato de poder vê-lo jogar. Vida longa a Federer!

    • Eduardo Efrem

      Tenis

      Caro Marcelo,

      Com todo respeito, seus “argumentos” (que não são tão seus assim, sendo sempre as mesmas falácias que os torcedores passionais, sem critérios e com praticamente nenhuma referência cultural de senso-crítico apurado, como nós brasileiros, utilizam pra defender seus “ídolos” momentâneos impostos por uma mídia totalmente manipulada) poderiam simplesmente serem refutados com a simples lógica de que a discussão não é quem é o melhor, pois ninguém é melhor que ninguém, a não ser do que si mesmo, afinal, atletas que chegam aos altos níveis (não os que se conformam com a mesmice de pseudo-conquistas) que estão inseridos dentro de um universo intrigante e rico em detalhes como o do tênis, sempre estão na busca do auto-conhecimento, no compreender suas virtudes, limitações e pontos de melhoraria, do entendimento do circuito e de saber quem são seus “oponentes”.

      No tênis se avalia pelo menos 4 aspectos essenciais: Físico, Mental, Técnico e Tático. Além de um 5o elemento, que poucos são dotados naturalmente, o da Geniliadade, mas que depende consideravelmente dos demais para que possa ser desenvolvido. Partindo desses pontos para abordar quem é o mais completo e o que mais fez em termos de conquistas e transformação para o esporte, que muitos sem saber traduzir, por isso elegem Federer como “O melhor de todos os tempos”, na verdade, o que mais realizou grandes feitos (o Wikipédia esta ai pra dirimir qualquer dúvida ou o próprio site da Atp), no que diz respeito a conquistas, recordes, visibilidade do esporte, dominar a maior partes dos atributos supra-citados aliados a sua geniliadade, dentre tantas outras façanhas, apesar de ao longo de sua carreira não fazer tanto uso do tático em virtude de sua genialidade ser favorecida por sua notável capacidade técnica, firmeza e consistência mental, usufruindo o máximo que pôde de seu vigor físico, coisas essas que como todo bom atleta, chega as suas limitações ao longo do tempo por seu físico não contar mais com o auge de sua melhor idade.

      Bem como Rafael Nadal possui uma fortaleza mental invejável na história do tênis, uma inteligência tática incomparável, ainda mais no que diz respeito a conhecer bem a si mesmo e as vulnerabilidades de seus adversários, além de um preparo físico distinto dos demais, o que se pode notar pelo seu físico, em contra-ponto, não é tão bem dotado tecnicamente e muito menos possui um talento nato para o esporte, entretanto, tanto Federer quanto Nadal fizerem coisas, e ainda farão, este mais que o outro, por ainda desfrutar de seu bom preparo-físico, muito pelo tênis e pelo esporte, nos deixando lições distintas sobre aproveitar o máximo seus talentos e aprender a superar, no mais profundo, suas debilidades.

      Quanto aos seus “argumentos”:

      1 – Head to Head não comprova quem é melhor, mas sim assentua os pontos a serem melhorados em ambos. Ressaltando que tanto Nadal e Murray são de uma geração diferente à de Federer, logo, ainda desfrutam de um melhor preparo e vigor físico;

      2 – Todo grande vencedor teve conquistas não concretizadas e derrotas lamentáveis o que fizerem deles melhor e marcantes por suas características SINGULARES;

      3 – O “ponto falho” de Federer, biomecanicamente falando, é uma fragilidade de todo atleta que executa um backhand com uma única mão, quando comparado com as vantagens que se tem de quem joga com as duas. Sendo mais difícil ainda, devolver uma bola alta cheia de spin na esquerda, detalhe que Nadal se prevalece e mina o mental de seu adversário, mostrando o quanto se conhece e busca na tática, se sobrepujar ao seu oponente;

      4 – Em relação as Olímpiadas!? Nem o Pelé meu caro… Nem Pelé!! A diferença entre Federer e Pelé nessa quesão, é que, apesar de Federer esta em final de carreira, o mesmo ainda continua atuando, Pelé não mais, a não ser com suas preciosas “pérolas da copa”, porém, isto já é conversa pra outro assunto… Afinal, de Federer, Nadal e Pelé todos nós temos um pouco, só cabe a nós escolher que parte queremos ter como lição, para encontrarmos nós em si mesmo.

      No mais, lembre-se, tudo é manipulação de questões sem respostas levantadas por canais de informações cheios de interesses escusos que fomentam nossa vaidade em achar que existe quem e o que é melhor.

      Um abraço à todos.

    • Raul

      O que importa no esporte são os títulos, e nisso o Federer possui mais que todos, quando alguém o passar, aí sim essa discussão começará a ter sentido, antes disso, o melhor é aquele que mais ganhou títulos, ou não?

      Referente ao que vc falou, eu realmente gostaria de ver a sua esquerda…..

      • Maurício Luís

        Raul, Federer não possui mais título do que todos. A não ser que você esteja falando de títulos de Grand Slam. Jimmy Connors tem 108 títulos, conforme eu já mencionei anteriormente na resposta ao Sr. Alcir Guedes.

        • Neto

          Se Federer jogasse o tanto de torneio pequeno que Connors jogou e se jogasse até os 40 anos, passaria facilmente esse número.
          Connors ganhou 8 Grand Slam, em 57 tentativas, Federer 17 em 59, e pode conquistar mais.
          Foram 17 master 1000 para Connors, contra 21 de Federer…
          3 ATP Finals de Connors contra 6 de Federer.
          Ou seja, ele ganhou incríveis 80 torneios pequenos. E o suíço claramente foge desses torneios.
          Não dá para comparar a estatística de ambos.

          • Maurício Luís

            Neto, não discordo de nada do que você disse. Você falou “coisa com coisa”. Mas eu não afirmei que Connors foi melhor do que Federer. Disse que ele tem 108 títulos, mesmo que 80 deles de torneios pequenos. Porque para a ATP, título é título.
            Há que se considerar que chegar à semifinal do US Open – a última dela aos 39, uma façanha – dá mais pontos no ranking do que muito torneio por aí.
            Há uma controvérsia sem fim sobre quem é o maior de todos. Cada um puxa a sardinha pro lado do seu ídolo.
            Mas há algumas certezas: Connors influenciou toda uma geração com seu backhand de 2 mãos, assim como Chris Evert.

    • Eduardo

      E quem seria então, na sua opinião, Marcelo Fiório /

  • CÉSAR

    RAFAEL NADAL SERÁ DISPARADO O MELHOR DE TODOS TEMPOS EM ALGUNS ANOS, SÓ NÃO AINDA PODEMOS FALAR NISSO EM NÚMEROS POR CONTA DO GS A MENOS QUE ELE TEM CONTRA O RF. MAS O RF É UM FREGUESASSO DO TOURO MIÚRA. CONSIDERO QUE NEM É RIVAL MAIS. EM CONTRA PARTIDA DA GOSTO VER ELE MOSTRANDO QUE AÍNDA É O VELHO RF DE ANOS ATRAS. NOLE ACHEI ELE MEIO INCONSISTENTE, AS VEZES ATÉ SORTUDO. MAS CADA VEZ MAIS VAI MOSTRANDO COMO É DECISIVO. MAS NADAL É NADAL NÉH..SAIBRO VINDO POR AÍ..ELE VAI SOBRAR COMO SEMPRE..VAMOS RAFA

  • CÉSAR, PARABÉNS, ASSINO EM EM TUDO QUE VC DISSE!!!! É ISSO AI VAMOS VAMOS RAFA!!!!!!!!!!!!!!

  • POIS ACHO DJOKOVIC MUITO PRETENCIOSO, AROGANTE,ELE TEM QUE APRENDER A SER HUMILDE COISA QUE ELE NAO É, DESCULPEM MAIS É MINHA OPINIAO.

  • Eduardo

    E quem seria então, na sua opinião, Marcelo Fiório

  • Junior

    Rafael Nadal é o melhor de todos os temos e não existe nem o que se discutir, como se pode achar o Federer o melhor de todos os tempos se o Nadal dá nele de lavada no head to head, o Federer tem mais GS por um único motivo, é mais velho que ele e muitos dos seus torneios foram ganhos quando só existiam jogadores medíocres em quadra. Quando o Nadal apareceu ele começou a tremer. Isso é fato.

  • israel N.

    Discussões sobre quem é melhor não são muito relevantes, Rod laver poderia ter mais GS do que Federer( ficou impedido de jogar um bom tempo) Note que “poderia” pois não podemos desconsiderar os oponentes. Head-to-head também não diz muita coisa, o Brasil perde pra França em confrontos diretos em jogos oficiais, o nadal perde pro carlos moyá, davydenko. Então o que pode ser discutido é sobre qual dos tenistas exibem melhores partidas aos telespectadores, e nesse quesito eu prefiro um jogador que faça jogadas espetaculares, boas aproximações à rede, lobs, voleios, grand willys e etc do que jogadores que ficam correndo no fundo da quadra.

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