A magia de Federer



Roger Federer voltou à sala de estar o qual permaneceu ditando as regras por quatro, cinco temporadas.

Não que ele dite as regras agora. Afinal ele não é o número 1 e está ainda longe disso. Federer voltou a se sentir confortável, leve, passeando e exibindo sorriso no rosto como se fosse um menino brincando com seus colegas na rua. Voltou definitivamente a jogar como Roger Federer.

Quem vem acompanhando de perto o torneio de Dubai pôde notar que o melhor do suíço está de volta. A cada dia ele faz uma jogada incrível que vira o Hot-Shot no site da ATP (a jogada do dia). Ter apenas a jogada do dia não significa tanto, mas sim jogar com confiança e vencer. Essa semana Roger está combinando as duas coisas e nesta sexta-feira jogou com confiança e conseguiu AQUELA vitória que era necessária para não se ter mais dúvidas que a magia está de volta.

Não apenas pela vitória em si, sobre Novak Djokovic, o número dois do mundo e rival que o havia batido nas últimas três vezes, mas sim pela forma convincente e confiante com que atuou. Fazendo o estilo agressivo, indo pra rede sem ser atabalhoado, segurando a onda bem no backhand e arriscando na hora certa, e o mais importante, aproveitando as oportunidades. É difícil tirar apenas um Hot-Shot do jogo de hoje. Perdi as contas. Foram umas quatro ou cinco jogadas incríveis.

Se já valia à pena acompanhar um jogo de Federer, os dessa semana e desse ano tem sido ainda mais apetitosos.

 

Bellucci no top 100 – Cada jogo de Thomaz Bellucci tem sido de muita emoção. Em todos os últimos cinco encontros ele sempre foi ai terceiro set. E o mais importante é que venceu quatro. Vem com atuações de altos e baixo como a de ontem, mas está vencendo. Com o resultado nas quartas em São Paulo garante o retorno ao top 100 após sete meses. Um passo que não é para ser comemorado, mas um passo significativo depois de todos os problemas que ocorreram.

Que bom ver que o Brasil Open vem sendo elogiado esse ano pelos jogadores. Depois do ano passado, seria difícil fazer pior ou então repetir os mesmos erros em termos de quadra e bola. A ATP foi lá, viu e agora cabe a eles mudar ou não a data para 2015. O torneio desta edição ficou esvaziado de estrelas.



  • Antonildo S Costa

    Depois de assistir esse espetáculo de jogo, não há dúvidas que o campeão voltou. A capacidade técnica de Roger é incalculável, simplesmente fantástico!!!

  • Ótimo post. Para os chatos, o Fabrizio está falando bem do Federer. Ta certo que as vezes ele exagera um pouquinho ao exaltar ou feitos do Nadal, mas enfim…é como eu falando do Federer…
    Foi um post simple e direto. Muito bom.

    http://blogsportworld1.blogspot.com/2014/02/a-volta-do-rei.html

  • ATHOS

    Federer faz coisas que ninguém faz ,é o Ronaldinho gaúcho DO TÊNIS ,bem lembrado Fabrízio esse ano o homem ta jogando bonito e com eficiencia pena que o Nadal não se machucou na semi rs, se não ele ganharia aquele Australian open ,brincadeiras a parte esse ano ele merece um slan torço por isso .
    E acho que a “luzinha” amarela do Djoko está acessa , parece que a contratação de Becker não esta dando frutos ,na minha opinião estou sentindo falta do Djoko brigador guerreiro e raçudo que ele sempre foi ,ele não grita mais e está apático ,e na minha opinião ele é o único que pode vencer o Nadal em Roland garros ,mas assim tão apático e sem aqueles gritos característico , não vai dar pra ele.

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