Diário de Nadal no Rio – Chegada sem alarde. 1min30s com o Nº 1



nadalaeroportorio14Minha missão no blog a partir de hoje é tentar contar um diário focado em Rafael Nadal e claro sobre o que rola de bastidores e de importante no Rio Open, maior torneio da América do Sul. Aos fãs do espanhol informo que não vai dar para contar tudo o que ele faz, afinal não temos acesso a tudo, ele também precisa de privacidade e tampouco trabalho como paparazzi. Mas dentro de minhas limitações, vou tentar contar um pouco dos treinos, rotina e tudo o que for possível e publicável.

A primeira missão foi recepcionar o Nº 1 no aeroporto do Galeão. Cerca de 100 pessoas por lá (pouco menos da metade esperando outros passageiros). Pouco se comparado o que rolou em alguns torneios da América do Sul ano passado e exibições na Argentina. O espanhol chegou sem alarde, sem um anúncio público, e os poucos que ali estavam eram fanáticos e ainda toparam enfrentar o caótico trânsito do fim de tarde do Rio de Janeiro.

De fãs mesmo do espanhol cerca de uns 20, 30. Do restante alguns curiosos atraídos pela presença de um veículo de televisão e outros poucos jornalistas presentes. Um grupo com a biografa Rafa na mão, prontos para o autográfo e mãe e filha à espera do sonhado encontro e autógrafo.

Nadal pousou às 19h31 no Galeão e como de costume demorou cerca de uma hora para de fato desembarcar com seu tio Toni Nadal e seu empresário, Carlos Costa. Normal uma pequena demora por imigração e os vários voos europeus chegando no mesmo horário, mas quem frequenta o aeroporto carioca sabe que as malas costumam a demorar. Nadal chegou, foi logo abordado pelos três seguranças e prontamente atendeu aos fãs assinando suas biografias, tirando algumas fotos.

Andando pelo saguão do aeroporto, o espanhol ficou cerca de 1min30s com nós jornalistas sem nenhuma truculência de seguranças, todos no maior respeito e entendendo nosso trabalho. Não é o tipo de entrevista ideal, andando rápido, com umas 20, 30 pessoas tirando fotos, gritando e falando alto, mas só assim era possível. Rafa seguiu direto para uma van que o aguardava na saída do desembarque e antes realizou o sonho de mãe e filhas, – aquelas que vasculharam os sites de Mallorca – assinando a camisa de ambas que saíram às lágrimas de emoção.

Depois de se recolher à van, tive ainda um curto espaço de tempo, cerca de 30 segundos, para falar com Toni Nadal que, com muita simpatia, respondeu duas perguntas. Como de praxe, tio Toni evitou falar de favoritismo para o sobrinho na competição. Também concordo. Com apenas três dias de treino e relatos de algumas dores nas costas, é preciso cautela. O torneio carioca está bem duro.

Curtinhas:

Que se lembre. Nadal saiu às 9h20 horário da Espanha (6h20 no Brasil) e fez conexão em Madri. Ou seja cerca de 14h de voo. É mais do que normal que qualquer um esteja cansado, querendo ir para o hotel descansar. Justo.

Ao pega a van rumo ao hotel, em torno das 20h30min, ele não encontrou nenhum trânsito na temida Linha Vermelha. Temida pelos diários engarrafamentos. Chegou na hora certa. Se fosse na sexta-feira…

Nesta sexta-feira tem mais. Nadal falará com a imprensa e fará seu primeiro treino nas quadras do Jockey.



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