Ficou interessante. Qual será o confronto mais duro ?



Não que não seja interessante. Copa Davis é uma competição muito atraente por si só, independente da qualidade do jogador na disputa. Sempre há jogos emocionantes, com o envolvimento da torcida e a oportunidade de um mero coadjuvante ser herói. Mas o cenário desse final de semana, há sete dias atrás, não mostrava tanto interesse para o público fã dos principais atletas com as ausências de Rafael Nadal, Novak Djokovic, David Ferrer, Juan Martin Del Potro e Roger Federer.

Mas algumas coisas mudaram. Stanislas Wawrinka deu um passo inesperado, ganhou um Grand Slam tirando Nadal e Djokovic, manteve o compromisso com a Suíça e Roger Federer entrou no embalo de última hora. Apesar de ter, a princípio, desequilibrado o confronto diante da Sérvia, a atração aumenta e muito para esse duelo entre suíços e sérvios que são amplos favoritos. Pedir compromisso de Roger com o time é ainda muito cedo, mas com ele e um Wawrinka agora em um patamar diferente, o time só se credencia a favorito ao título se mantiver a formação.

Um confronto que promete excelentes jogos é França x Austrália no saibro. Já de cara teremos um Tsonga x Hewitt e no domingo um provável Hewitt x Gasquet além de ser bom ver como reagirá o jovem Nick Kyrgios que mostrou muito potencial nas últimas semanas. É aquele típico confronto que tende a pegar fogo mesmo que um país feche o sábado por 3 a 0 (França tem o favoritismo para isso).

EUA x Grã-Bretanha ficou ainda mais equilibrado com a ausência de John Isner com uma lesão no tornozelo. Andy Murray fica com a responsabilidade total de marcar seus dois pontos e a chance britânica aumenta com Donald Young como número dois americano e apenas uma vitória em 12 jogos no saibro. Na dupla os Bryans precisam abrir o olho pois a dupla britânuca Murray e Fleming, com a variação da entrada de Dominic Inglot, não é nada boba.

Argentina e Itália promete ser outro duelo equilibrado daqueles. Todos os jogadores gostam do saibro e tem tenistas mais ou menos equivalentes em nível no saibro. Os italianos estão em uma fase um pouco melhor, mas o confronto na casa argentina pode minimizar a situação. Expectativa de todos os jogos com quatro ou cinco sets, inclusive a dupla.

Do restante só lamento pelas ausências de Milos Raonic e Vasek Pospisil de última hora dando um pouco de favoritismo para o Japão passar de fase.

Aqui vão meus palpites. São meros palpites. Vamos ver se eu tenho ou não uma bolinha de cristal ?

Suíça 3×2 Sérvia (confronto definido no sábado)
França 4×1 Austrália
EUA 3×2 Grã-Bretanha (definição no último jogo)
Itália 3×2 Argentina (definição no último jogo)
Japão 3×2 Canadá (definição no último jogo)
Alemanha 4×1 Espanha
Rep. Tcheca 4×1 Holanda
Cazaquistão 3×2 Bélgica

A caixinha fica aberta para comentários. Quais os seus palpites ?



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