Tristeza dupla. Ingressos do Rio Open e antiga quadra do Brasil Open



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Cheguei ontem para fazer a cobertura do Masters Cup do Brasil com os melhores do país em simples e duplas no profissional, um torneio challenger do feminino que vale 50 pontos no ranking e torneio com os melhores do juvenil e seniors e do Beach Tennis.

Me deparo de cara com a antiga quadra central do Brasil Open. Somente a arquibancada por fora está intacta. O resto é um completo lixo. Tudo abandonado, deteriorado. A quadra tem muitos buracos, o mato cresce por toda ela e as linhas já começam a desaparecer. Por baixo das arquibancadas a ferrugem toma conta.

Explicando. A Koch Tavares organizou o Brasil Open, maior torneio do país até o ano vigente, de 2001 até 2011 aqui no Sauípe, ajudou a erguer a quadra central, mas desde que o evento migrou para São Paulo (SP) no ano passado, a tutela de toda a área do tênis ficou com o Sauípe, mas pelo visto eles não ligam para o que agora passa a ser um elefante branco.

Muito triste constatar tal problema depois de uma década de um torneio que, apesar do pouco público pela dificuldade de logística do local, trouxe muitas emoções com bons nomes passando por aqui e sendo revelados aqui (Rafael Nadal é um deles, campeão de 2005).

E que o Sauípe mude sua política de manutenção das demais quadras, a maioria não se encontra em condição adequada, principalmente as de piso duro.

Outra notícia triste é a venda de ingressos para o Rio Open. Muito legal que os ingressos para os três dias finais terminaram em cerca de uma hora, mas ruim quando se nota que só era possível fazer uma compra de cada vez por sessão e que para cada uma se paga uma taxa de frete alta, dem torno dos R$ 30. Ou seja, você comprando para o torneio inteiro, as onze sessões, teria que pagar esse valor por cada, ou seja, mais de R$ 300, o que já é quase o preço da sessão da final.

Além do mais, os ingressos que deveriam ser previamente marcados, passarão a ser marcados direto pela organização de forma automática, ou seja, você que comprou para ficar ao lado da sua mulher, seu filho, seu amigo (a), terá que contar com a sorte.

É bom que o Rio Open se cuide para não pagar o mico do Brasil Open que viveu experiência ruim com o público na quadra central, sem lugar marcado, com brigas na plateia e muita gente sentada nas escadas.

Novo lote estará à venda – A organização informou que um novo lote estará à venda SOMENTE na bilheteria do Jockey Club no dia 13 de janeiro às 9h e todas as opções de bilhetes estarão disponíveis. A carga de ingressos (quantidade vendida) não foi revelada.



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