A semana em que um campeão de Roland Garros voltou a um future



Aproveitando que Thomaz Bellucci vai enfrentar Pablo Cuevas na estreia do challenger de Buenos Aires, conto uma história do jogador uruguaio o qual fiz parte há um ano.

Lesionado no joelho, Cuevas ficou cerca de dois anos parado e na temporada passada rodou alguns torneios acompanhando seu irmão, Martin, dentre eles o future de São José dos Campos (SP) o qual tive o prazer de poder trabalhar.

Era um tanto peculiar para mim ter um tenista que já foi campeão de Roland Garros – sim ele ganhou duplas com o peruano Luis Horna em 2008 – e foi 45 do mundo em 2009 com vitórias sobre Andy Roddick, por exemplo, rodar torneios por aqui com seu irmão que tem, digamos, uma qualidade bem inferior a ele. Uma das motivações era a saudade do circuito, viver o dia a dia, e durante a semana, ainda com limitações físicas e sem poder correr, Pablo bateu uma bola e orientou bastante o irmão.

Claro que aproveitei a ocasião e bati um papo com Pablo que vocês podem ver aqui junto com os motivos para tal viagem e o que esperava do retorno ao circuito. Cuevas jogou apenas seis torneios no ano, é 400 do mundo, mas já soma vitória sobre Nikolay Davydenko, por exemplo. Só esses pequenos resultados e sua conhecida garra, me fazem crer que a vida de Bellucci não será fácil no retorno.

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Curtinhas:

A chave de Buenos Aires está bem dura. Rogerinho, Feijão, Clezar, Ghem e Hocevar não terão vida fácil.

Na Basileia, Federer pegou uma boa chave e sai aliviado que Tsonga perdeu na semi em Viena e não o ultrapassará no ranking do ano que classifica para o ATP Finals. A semana será decisiva para as vagas de Londres.



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