Título em Paris dará Nº 1 para Nadal ao fim do ano



Boas decisões de Rafael Nadal e Novak Djokovic. Não disputar Basileia e recusar o convite para Valência indicam que os dois estão com pensamento nos torneios maiores, sobretudo no ATP World Finals, de Londres.

Até esta temporada, o Masters de Paris está coladinho no calendário com Londres e estes são os torneios com maior número de pontos ao fim de ano e cruciais tanto para Nadal quanto para Djokovic na briga pelo número 1 do fim da temporada. Jogar um ATP 500 na semana anterior iria expôr um deles a uma lesão ou cansaço que seria fatal na pretensão de ambos.

Agora, sem os dois na próxima semana de torneios, a briga pelo número 1 ao término do ano fica mais clara. Para Nadal, o título de Paris basta. Ou então a final na França e uma vitória na fase de grupos do ATP Finals.
Djokovic tem em Paris sua janela de soma de pontos junto com a final da Copa Davis onde pode aderir mais 180 na conta. Mas caso perca até as quartas na França, o sérvio não teria pontos suficientes para passar Nadal, nem mesmo se vencer os dois jogos da Copa Davis. Só lembrando que em Paris o sérvio defende 10 da primeira rodada e em Londres 1500 do título invicto.

Para Djokovic ser número 1 é preciso fazer no mínimo semi em Paris, vencer o ATP Finals de forma invicta e os dois jogos da Copa Davis e torcer para que Nadal só vença um jogo em Paris e perca todos em Londres. Com uma final em Paris e vitórias na Davis, Djoko pode ver Nadal ganhar um jogo no Finals e perder até as oitavas em Paris. O título na França, no Finals e as vitórias na Davis deixam Djokovic com a possibilidade de Nadal fazer uma final na França e não ganhar jogos em Londres ou o espanhol perder na semi na França e ganhar somente dois jogos na fase de grupos em Londres.

Nem precisa dizer que a Basileia e Paris serão decisivos para Roger Federer que pode ser ultrapssado e cair para a oitava posição caso Tsonga vença Viena e pode ver Gasquet ficar a 25 pontos caso o francês conquiste Moscou.

Bellucci no BOLA DA VEZ – Bellucci concedeu entrevista ao Bola da Vez da ESPN esta semana. Foi sabatinado por Fernando Meligeni, José Nilton Dalcim, Bruno Sassi e Osvaldo Maraucci. Um ótimo bate-papo, com descontração, que deu para esclarecer bastante coisa de Thomaz.

Deu para notar que Bellucci é uma pessoa ansiosa fora das quadras também. Ele pontuou suas constantes trocas de técnicos pela falta de motivação para continuar pelos mesmos não passarem algo novo para ele e pelo convívio, em não confiar mais no trabalho do mesmo, perder a confiança, não se abrir para eles, aí criar um desgaste e a relação se desgastar até o rompimento. O que me leva a crer que Bellucci e Clavet pode dar certo é que o espanhol conquistou muita coisa, muito mais que o Bellucci, e isso pode gerar um maior respeito do brasileiro pelo seu comandante.

A questão física foi um ponto bem discutido na conversa e Bellucci admitiu que é seu calcanhar de aquiles. Assim como de técnico, Bellucci muda muito de preparador físico também. Fui atrás de seu novo preparador, André Cunha, da 4Peform, que já trabalhou com Thomaz na recuperação de suas lesões no abdômen e no ombro em suporte ao seu antigo preparador, o argentino Leonardo Prieto.

O trabalho fixo com Thomaz começou agora no fim do último mês. As avaliações preliminares indicam que Bellucci não tem uma boa base para aguentar sua força e potência. Sua resistência e explosão são deficientes. O trabalho irá nessa linha buscando a qualidade de movimento para previnir lesões. A pré-temporada deverá ser de seis semanas e Cunha prevê um “novo Thomaz” para 2014 com expectativa de um bom ano, pelo menos na parte física. O bate-papo será publicado em breve no Tênis News.

Segue aqui o bate-papo completo. CLIQUE E LEIA!

 



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