Murchou…



A chance do Brasil era pequena e cabia ao otimismo (confesso que entrei nele) para que o Brasil saísse desta sexta-feira ao menos com um empate. Tudo baseado no espírito de Copa Davis ser uma competição diferente, com a presença do capitão em quadra, semana de treinos e um time unido e experiente.

Não foi o que aconteceu. Rogerinho lutou, deu o seu melhor, mas a fase de Kohlschreiber é boa e isso foi provado. Bellucci, que se esperava uma reversão do mau momento principalmente por entrar com menor expectativa, manteve a fase negra, não produziu perto do melhor tênis e acabou engolido por um Florian Mayer que está longe de ser outro mundo.

A Alemanha sai com um justo 2 a 0 e o Brasil em situação muito delicada. Melo e Soares tem tudo para confirmar o favoritismo neste sábado em uma dupla onde somos favoritos em quase todos os jogos entre nações. Mas o sentimento murchou para ao menos uma repetição do que vimos em fevereiro nos Estados Unidos.



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