Existe a esperança!



Certo que a expectativa para Brasil x Alemanha não é nada animadora quando se vê a fase negra de Thomaz Bellucci. Não dá confiança a nenhum torcedor. Mas é justo nestes momentos ruins, onde ninguém aposta nele e que entra como uma espécie de zebra, é que o brasileiro costuma render melhor.

Copa Davis é um torneio diferente do circuito. O tenista vira um grupo com os colegas dando força e com capitão, que é ex-técnico e conhece bem o Thomaz, que costuma ajudar o brasileiro a extrair seu melhor nas partidas. Tanto na Rússia quanto na segunda partida contra os Estados Unidos, Bellucci entrou em um clima um tanto parecido e correspondeu.

A esperança é que faça o mesmo nesta sexta e que possa acabar com a fase ruim e beliscar ao menos um pontinho para nós. Seu 1º rival, Florian Mayer, é um jogador chato para ele, com variações, idas à rede, mas não é nada daquele tenista regular, que erra pouco, algo que costuma atrapalhar o estilo do brasileiro.

E não descarto Rogerinho não. Sua garra, luta, determinação e confiança após o US Open me levam a crer que há possibilidade ainda mais contra um Kohlschreiber que já admitiu estar muito pressionado. Caso não vença, o paulista tem toda a condição de cansar bastante o rival para um domingo que, na minha opinião, será o dia decisivo nesse confronto. Estou otimista.

A Copa Davis neste final de semana está bem interessante só com a ausência de Federer e Del Potro entre os dez primeiros (a França de Gasquet e Tsonga não joga). Estou curioso para ver as reações de Nadal e Djokovic após nenhum dia de descanso, voo longo, fuso horário e tipo de quadra diferente. Em anos anteriores o sérvio sofreu muito e até se lesionou. Murray pega o número 1 e atual campeão do US Open, Borna Coric. Pode ser interessante.



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