É hora dos challengers…



Falar de Thomaz Bellucci seria chover no molhado, repetir as mesmas coisas que venho falando a vocês há meses e há anos no post sobre seus defeitos e no que ele precisa corrigir para evoluir.

No início dessa série fatídica de sete derrotas seguidas apostei que era questão de tempo um triunfo e que Bellucci não deveria se rebaixar a torneios menores. Alguns dos motivos foram as quase vitórias em Kitzbuhel, Cincinnati e Montreal contra bons tenistas.

Mas diante do cenário e uma derrota fácil para um tenista mediano, o espanhol Roberto Bautista Agut, fica evidente que Thomaz precisa pelo menos por um período de tempo voltar ao mundo dos challengers. Bellucci não é um tenista de challengers, ele é um tenista top 50, top 30, tem muita qualidade, mas quando as vitórias não vêm e a confiança cada vez mais vai pro buraco,é o momento de voltar aos torneios menores, buscar vitórias, para buscar ritmo e o ranking vir com o tempo.

Não é demérito para ninguém. Com o ranking 118, Thomaz periga baixar para perto dos 200 caso não tome essa atitude muito rapidamente já que e defende 150 pontos da final em Moscou no início de outubro. É questão de olhar o calendário, escolher e seguir trabalhando que as vitórias vão voltar. Tenho certeza.

Curtinhas:

Uma pena a paralisação da chuva justo quando Rogerinho Silva reagia de forma incrível contra o top 40 Vasek Pospisil na noite de ontem. Saiu de uma quebra no 3º set, venceu por 11 a 9 o tie-break e abriu 4 a 0 na quarta etapa. Na torcida para que obtenha sucesso na retomada do jogo hoje.

Nadal começou com tudo o torneio assim como Serena Williams.

Um dos gentlemans do tênis se despediu. Depois de muito persistir, tentar alguns challengers e ATPs, James Blake anunciou a aposentadoria para depois do US Open. Tensta com um jogo super agressivo com bordoadas na devolução e que teve seu pico entre 2006 e 2007. Gostava de vê-lo jogar.



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