O lado bom e ruim do aumento da premiação nos Slams



O US Open anunciou a premiação rodada a rodada pro torneio que começa no fim de agosto. O total dos prêmios gira em torno dos R$ 80 milhões sendo quase R$ 6 mi para cada campeão de simples e US$ 32 mil (cerca de R$ 73 mil) para a primeira rodada.

É a valorização pedida pelos atletas das competições de simples através da ameaça de boicote e um maior conforto para aqueles fora do top 50 com menores patrocínios (ou nenhum) viajarem tanto para a competição quanto para algumas semanas no circuito, mas também um problema a se criar.

Com essa grana por uma primeira rodada se diminui a lista de desistências da competição. O tenista pensa duas vezes em desistir mesmo com problemas físicos caso não sinta um problema mais sério. Logo assim a tendência é de jogos com placares mais dilatados ou então alguns abandonando no segundo ou terceiro sets. Quem sofre mais é quem está na porta para entrar na chave principal e acaba de fora, tendo que disputar o duro qualificatório.

Em Roland Garros não tivemos nenhuma lucky-loser pela primeira vez em mais de uma década. Teliana Pereira, que era a primeira a entrar baseado no sorteio, acabou sem entrar em quadra. Agora no US Open, a tendência é de poucas desistências e mais uma vez a brasileira está ali pertinho, aguardando três baixas até que a primeira bola do quali seja jogada, na terça-feira, dia 20 de agosto.

Curtinhas:

Enquanto em simples a média de aumento ficou nos 37% de premiação, nas duplas a ampliação foi de 12,7%.



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