Federer 500 semanas no top 3. Indian Wells começa animado



Hoje não tem ranking. Com a instauração da chave de 96 jogadores para o masculino e feminino num torneio de 10 dias, a ATP cortou a atualização da semana migrando a da passada e desta para a outra segunda-feira.

Mas isso não impede de lembrar de mais um feito alcançado por Roger Federer, que foi capitado pelo internauta Jader Magri, de Americana. O suíço alcançou esta segunda-feira sua 500ª semana entre os três melhores do mundo e só perde no quesito para o americano Jimmy Connors que ficou 595 no grupo. Para alcançar tal feito, o cálculo é que Roger fique pouco menos de dois anos, ou seja, um pouco depois do Australian Open de 2015, quando já teria seus 33 anos e meio de idade.

Federer soma ao todo 302 das semanas no topo, sendo três períodos, 237 da primeira vez (recorde), mais 48 entre 2009 e 2010 e outras 15 na última temporada.

A primeira vez que Roger apareceu no top 3 foi em 7 de julho de 2003 e só saiu de lá por um mês, de outubro até novembro de 2011.

Falando sobre a primeira rodada dos favoritos em Indian Wells. Federer e Nadal estrearam sem perder sets. Com o suíço, nada a comentar. Nadal fez um bom jogo, mas com erros acima do normal. Mostrou jogo mais ofensivo e também mais rápido na reposição para não ser punido com os 25 segundos. Isso vamos discutir ao longo da semana pois a opiniões de Rafa são fortes. Nadal terá como desafio seu jogo de oitavas, se passar hoje, já que provavelmente enfrenta o ascendente Gulbis que pega firme e pesado nesse tipo de quadra.

Djokovic e Murray deram emoção ao público. Desde Dubai que o sérvio vem estabelecendo uma regulidade de primeiro set irretocável e vaciladas incríveis no segundo. Uma hora a casa pode cair, mas sua confiança e a gordurinha do ótimo jogo dão margem para isso. Andy Murray começou com aquela preguiça diante do regular Donskoy. Quando apertou o ritmo e o adversário sentiu que podia ganhar, Andy mudou o jogo. Serve de alerta para evitar surpresas.

Tivemos eliminações de Ferrer e partidas complicadas de Sharapova e Tsonga.



  • ANDREI Felipe Camargo

    Ferrer é um dos piores top4 da história,não consegue jogar contra os grandes,o pior não é perder mais como perde,ele perde de 6/0,6/2,ele tem tênis pra ser top 10,mais não top 4,o Tipsarevic não tem tênis pra ser top 10,não sei como é ainda,ele é guerreiro,mais não tem tênis atualmente pra ser top 10!

  • LUQUES

    Grande Federer, o Pelé do tênnis, está pra nascer outro parecido, pena que já demonstra o cansaço natural da idade, não é fácil jogar contra os “garotos”, estamos aproveitando seus últimos jogos no topo, pois qdo começar a cair a aposentadoria vem junto, uma pena.
    Tomara que o Djoko aproveite e assuma o lugar dele, qto ao Nadal e Murray que continuem sendo os coadjuvantes de luxo para os grandes.

    • Paulo Filho

      O dia que o Nadal for coadjuvante vc me avisa, tá? Não se esqueça que ele tem “só” 11 grand slams e já ganhou os 4 tendo menos idade do que Nole tem hoje e o Federer em 2009 quando venceu RG. Cada uma que aparece…

      • luques

        Coadjuvante no sentido de jogar bonito, não questionei ser vencedor, pra quem gosta de ver um jogo que o cara não para de puxar aquela cueca, não pisa nas linhas, arruma duzentas vezes o cabelo e as garrafas de água e fica no fundo da quadra jogando bolas altas, pra MEU gosto não é jogo, não perco o MEU tempo, porém respeito suas vitórias e a educação que é de primeiro mundo.

      • Edmarcio Santos

        Em qualquer outra epoca Nadal poderia ser ator principal… no entanto, quis o destino que ele jogasse na Era Federer e com isso se tornou coadjuvante… e nao estranhe, atores coadjuvantes tambem ganha Oscar… no entanto o mundo lembrar do grande Federer no futuro como o ator principal dessa epoca.

  • diego

    Confesso q nao entendi o comentario do
    Andrei. Go Federer em busca de novos
    records.

  • Clayton

    Li o comentário e nao resisti. Nadal como coadjuvante de luxo? So na sua opinião, para mim, Djoko é o Top 1 mais sem expressão que ja vi, haja vista, que, nao consegue propagar o Tênis, tem patrocínios ridículos, enquanto a Rafa e Federer (the best of the best) alem de tudo conseguem alavancar o esporte com legião de fãs pelo mundo. Nao basta resistência, excelente fisico (unico diferencial e mais nada) e imitações ridiculas, tem que ser empolgante, vibrante e demonstrar amor e raça, que e o caso do Nadal, que depende muito do físico e nao consegue mais em função do joelho, senão ele atropelaria o Djoko. Ja o federer é mestre e nao necessita comentários.

    • Paulo Filho

      Logo mais quando o Federer e o Nadal se aposentarem, os top 2 serão Djokovic e Murray. É a dupla sertaneja “sem sal e sem açúcar”, aí toda a mídia e popularidade que o tênis conseguiu nos últimos anos irá por água abaixo. Eu aprendi a gostar de tênis por causa de Federer e Nadal, a maior rivalidade da história, e não tem ninguém hoje com a presença desses 2 que possa substituí-los. Vamos aproveitar enquanto temos eles.

      Federer: o mestre
      Nadal: o lutador

      Vida longa aos maiores campeões do tênis da atualidade!

      • Clayton

        Perfeito Paulo.
        Vamos aproveitar e deixar quem se contenta com pouco ou quase nada, vibrar com Djoko, Murray, Delpo etc…. Fico com Tsonga, pois ele tem, ao menos garra….

        • Paulo Filho

          Clayton, o problema é que o Tsonga vai se aposentar junto com Federer e Nadal, afinal ele faz 29 anos esse ano. Eu tb gosto muito do francês, só acho que a cabeça dele devia funcionar melhor nos pontos importantes contra os top 3. As amareladas que ele dá contra o Djokovic principalmente são homéricas, até parece o Ferrer e o Almagro contra o Nadal.

  • ANDREI Felipe Camargo

    descordo de comparar federer a pelé,federer joga tênis profissional,já aquele jogador jogava futebol nos tempos amadores,sem concorrência,quase metade dos gols dele foram amistosos festivos!

    • Rosa Nara

      Onde eu assino Andrei???Totalmente pertinente seu comentário…Uma afronta a um atleta do nível do Federer, ser comparado ao Pelé!

  • Mário Fagundes

    É muito chato deparar com suposições acerca da aposentadoria de Federer a todo momento. Tem sempre alguém em algum lugar falando isso. Mas o próprio suíço ainda nem pensa nisso. Ontem, IW teve seu melhor jogo com Hass e Almagro. O alemão (perto de completar 34 anos!) está muito bem e vem fazendo bons torneios desde que voltou ao circuito. Ora, se Hass após uma lesão e com 34 anos ainda se mantém competitivo, por que não pensar que Federer o faça da mesma forma? Em vez de ficar especulando o fim da carreira do suíço, prefiro curtir, vibrar e torcer por mais uma possibilidade de um Fedal na história. Go Federer!

    • Paulo Filho

      Mário, concordo em partes com vc. É chato falar da aposentadoria do Federer, mas não dá pra comparar ele com o Haas. O alemão já teve seus dias de glória e se eu não me engano já foi número 2, mas ele precisa jogar muito mais do que o Federer para ter uma aposentadoria confortável, porque por exemplo, ele nunca venceu um SLAM.

      O dia que o Federer não conseguir mais jogar no nível de um top 3, ele vai se aposentar, mesmo que isso implique em tirar um jogador que eliminaria com facilidade qualquer outro jogador do top 20. É pura questão de prioridade. De que adiantaria para o Federer ser, por exemplo, igual ao Jimmy Connors, que jogou profissionalmente até os 39 só tendo resultados expressivos em torneios menores com essa idade? O Federer vai ser igual a Sampras, ídolo declarado dele, vai sair por cima e virar (ainda mais) lenda.

  • Clayton

    Realmente quem assistiu ao jogo de ontem viu um ator coadjuvante . Kkkkkk
    Nadal atropelou Federer, como um garra incrível. Concentrado, focado e principalmente – motivado.

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