Impossível não se entusiasmar



Como havia afirmado, a Rússia apostou na experiência de Igor Andreev contra Rogério Dutra Silva e por isso escalou o mesmo para ser o número 1 do time visitante. Eles só não apostavam que o 96º do mundo sentiria novamente uma lesão no ombro justo no início da partida abandonando antes da terceira etapa.

Apesar de um lapso de nervosismo, natural para um confronto dessa importância e também por conta do favoritismo destacado, Thomaz Bellucci fez seu papel, venceu em quatro sets e deu o sonhado 2 a 0 para o time canarinho.

A sorte está com o Brasil e a vaga de volta ao Grupo Mundial, que bate na trave desde 2006, está em nossas mãos. Os russos vieram com um time desmantelado e a maior chance de ponto deles se foi com uma lesão. E nossos jogadores atuaram bem e foram eficientes na primeira parte. Agora é só a dupla fazer o seu papel. E os mineiros certamente entrarão em quadra mais tranquilos, confiantes e maduros após os insucessos passados.

A confiança tanto da torcida quanto de nós da imprensa é melhor do que outrora. Em 2009, contra o Equador, Nicolas Lapentti vinha de um bom resultado, era experiente e carregou o time nas costas. Contra a Índia, em 2010, a dupla deles era favorita, o calor/umidade e os jogos longos de sexta-feira acabaram com nossos tenistas de simples.

Com certeza o capitão João Zwetsch vai relembrar esses fracassos para não deixar que um otimismo exagerado tome conta de nossos jogadores.

Pré-preocupação ? Teymuraz Gabashvili declarou em coletiva de imprensa, em alto e bom som, que Bellucci estava visivelmente se cansando mais rápido que ele e “acelerando as jogadas. Se o duelo fosse ao quinto set eu estaria sem dúvida melhor fisicamente”. Apesar de Thomaz negar e dizer estar bem de físico, no domingo Thomaz teria a obrigação de fazer o 1º jogo justo debaixo de seu principal vilão, o calor.



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