A Era de Ouro no ano mais competitivo. Quem leva ?



Vivemos a Era de Ouro do tênis. São três tenistas consagrados, dois deles com características totalmente diferentes, que ganharam tudo e são considerados por muitos como dois dos melhores de todos os tempos. Some aí um Novak Djokovic vencedor e Murray muito talentoso que ainda cumpre papel de ator coadjuvante, mas que em breve deve ganhar papel de destaque no circuito.

Os principais atores do circuito já viveram épocas áureas de intenso domínio com mais tempo para Roger Federer. Mas o que estamos vendo este ano era o que esperavamos há algum tempo. Uma verdadeira batalha campal dos top 3, com uma competitividade que só abrilhanta o esporte.

Pela primeira vez desde 2005 os três primeiros Grand slams foram vencidos por tenistas diferentes. Fora isso os top 3 dominam também os Masters 1000. Federer e Nadal ganharam dois cada e Djokovic ganhou o restante. Roger retomou a liderança do ranking após dois anos e lidera também o ranking do ano, aquele que determina os melhores ao fim da temporada. Mas sua vantagem para Nadal, terceiro, é de menos de 300 pontos. Roger tem 7085 pontos contra 6840 de Djokovic e 6795 de Rafa. A temporada ainda promete muito. O próximo grande evento é a Olimpíada com 750 pontos em jogo ao campeão.

A pergunta que deixo a vocês. Quem leva como o melhor ao fim da temporada e consequente número 1 ? Federer e Djokovic tem uma vantagem pelos pisos mais rápidos, principalmente aquela série de quadra coberta no fim do ano que favorece o suíço. Será que o Touro consegue virar o jogo ?

Curtinhas:

Thomaz Bellucci voltou a ser campeão após mais de dois anos vencendo um challenger na Alemanha. São nos torneios menores onde se resgata a confiança pros maiores e Bellucci terá uma pequena série de ATPs no saibro podendo somar bons resultados para chegar bem na Olimpíada e no piso rápido americano.

Ele enfrenta Bernard Tomic nas oitavas em Stuttgart nesta quinta-feira, mas só somará pontos caso faça semifinal por defender 45 do 18º melhor resultado.

Rogerinho ganhou um challenger no Panamá, subiu ao top 100 pela primeira vez. Ótimo prêmio. Agora os ATPs são a nova meta.

 



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