Uma vez a cada oito. Davis esvaziada



Andy Roddick fez valer a máxima de vencer Roger Federer uma vez a cada oito partidas, em média uma vez a cada quatro anos e meio (ganhou em 2003, 2008 e agora 2012). Justo quando consegue unir seu ótimo serviço entrando nas horas certas, a algumas chances desperdiçadas de Federer e um game ou outro decisivo na devolução.

Roddick foi muito oportuno, soube mudar a tática em duas vezes – começou jogando atrás como não lhe é de costume, acabou sendo decifrado por Federer e depois jogou mais agressivo e manteve a solidez – enquanto que Federer pagou por um game mal jogado onde o americano teve méritos.

O tênis, como muitos pensam, nem sempre é previsível. Federer vinha de 16 vitórias seguidas, três títulos, com vitórias empolgantes e Roddick em baixa, com lesões. Mas um ex-número 1 nunca pode ser dado como morto.

Pior para Federer que perderá 315 pontos e deixará de encostar nos líderes do ranking. Um pequeno baque para as pretensões de assumir o topo nos próximos meses. Mas nada a se preocupar por enquanto. Deslizes acontecem.

Copa Davis. Quartas de final mais uma vez sem os ídolos Nadal e Djokovic. O ‘protesto’ dos dois prossegue. Enquanto o calendário estiver apertado não vamos jogar as rodadas iniciais da competição e assim torna o evento mais esvaziado. Uma pena, é preciso mudar.

A Davis terá David Ferrer, Tsonga e Del Potro como protagonistas. Confrontos interessantes o da Argentina contra a Croácia, como lidarão Del Potro e Nalbandian pela primeira vez em casa após quase quatro anos ? E o duelo em Monte Carlo no saibro entre França x EUA. Será que os americanos aprontam mais uma ?



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