Tênis feminino ganha destaque no Brasil. O Bellucci do 1º set



O tênis feminino nas últimas semanas vem dando boas notícias pelo menos nas últimas semanas. Na Fed Cup não vencemos, mas estivemos próximos da final do Zonal Americano e com ótimos desempenhos de Vivian Segnini, vencendo todas as partidas, e a boa estreia de Beatriz Maia, de 15 anos.

Logo depois Roxane Vaisemberg conquistou o título de um torneio de US$ 25 mil em Riviera de São Lourenço batendo tenistas com melhor ranking e dará um salto na tabela a partir da próxima segunda-feira.

E nesta semana o presidente da CBT, Jorge Lacerda, afirmou que o Brasil está bem próximo de comprar a data do extinto WTA de Marbella para realizar um torneio de alto nível, premiação de US$ 220 mil, para abril de 2013, algo que não temos há dez anos.

Nossas meninas ainda tem muito mais dificuldades que os meninos tanto na parte de patrocínios como nos recursos dentro de quadra, mas os bons resultados nos dão perspectivas de que em um futuro breve poderemos ter pelo menos alguém brigando entre 100, 150 melhores e disputando os Grand Slams.

Bellucci – Se o Thomaz Bellucci fosse constantemente aquele que jogou o primeiro set contra Ricardo Mello ontem no primeiro set já teríamos pelo menos um top 15. Jogando com bom saque, consistente, agressivo e preciso no fundo e sufocando o rival. Aquele tenista que jogou o torneio de Madri no ano passado, lembram ?

Mas infelizmente para nós ele oscila demais e já no segundo set fez bobagens atrás de bobagens no início, se perdeu nos erros. Conseguiu focar de volta para vencer a partida.

Imagem manchada ? Existe alguma coisa errado quando o número 1 do país, com ótimos resultados, vitórias sobre top 10 chega a ser vaiado no principal centro do tênis do país e contra um rival brasileiro não é ? Deveria ser o contrário. O público paulista é exigente e deve estar chateado com a má fase de Bellucci, talvez até sua postura mais tímida dentro de quadra nas derrotas. Está aí uma chance de Bellucci provar o seu valor jogando em São Paulo com a chave um pouco mais aberta após a eliminação do cansado Juan Carlos Ferrero.



  • Guilherme Cirilo

    No primeiro set a torcida começou até que equilibrada, depois do passeio do Bellucci ela começou a apoiar o Mello, queria mais jogo. O bom é que deu pra ver um claro abalo emocional com isso. Bellucci claramente não esperava uma torcida contra. Achou que atropelando na primeira parcial ia levar a torcida consigo e não aconteceu. No terceiro set a torcida voltou a equilibrar até a primeira quebra de Bellucci onde novamente voltaram a apoiar o Mello. Só que dessa vez felizmente ele não se abalou tanto. Acredito no Tênis do Bellucci e acho que ele pode chegar a final com uma partida emocionante contra o Nalbandian na Semi. Sim eu acho que o Nalbandian passa pelo Simon e acho que enquanto ele tiver a torcida a favor como foi ontem vai continuar avançando.

  • pereira

    Olá, FG, estive vendo os jogos ontem, gostei muito do Nalbandiam, joga com classe e eficiência, não inventa.
    Já o Bellucci, gostei da força da batida, porém seu jogo de rede ainda é bem inferior a qquer jogador top 100, fora suas viajadas.
    Detalhe negativo, 1hora e 30 minutos pra comprar o ingresso.

  • Marcio

    Olá Fabrizio,

    também estive no Ibirapuera nesta quarta, onde acompanhei os três últimos jogos realizados na quadram Central do torneio. O nosso amigo Bellucci, que eu sempre elogio no seu blog, esteve um pouco apagado no segundo set, como é típico dele se apagar num dos primeiros sets. Me lembrei de uma grande final em Santiago 2010 onde nosso atual nº 1 do Brasil foi campeão levando de brinde um pneu do Sr. Juan Monaco no segundo set. Fora isso, mesmo em Madrid ano passado, até o seu jogo memorável contra Andy Murray, ele avançou aos trancos e barrancos, sobretudo contra o alemão Florian Mayer, que abandonou o jogo após um tie break perdido e duas quebras na terceira etapa, o que abala qualquer tenista…

    Anteontem, porém, o Bellucci entrou de salto alto na segunda etapa, foi tentar um grand willy, mas a bola bateu em seu “pequeno” nariz, depois conseguiu acertar um smash em sua própria quadra, nem na rede a bola foi. Seu único golpe realmente primoroso é a sua bola cruzada do fundo, que infelizmente não funciona contra tenistas que gostam de variar o jogo, como Federer por exemplo.

    Acredito que ele passe hoje pelo Leonardo Mayer. Também vi o jogo do argentino contra o Ferreiro, tenista que eu sempre quis ver de perto, mas nada lembrava daquele saudoso tenistas que fez vários jogos memoráveis contra o nosso Guga…

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