Não dá pra entender…



Se por um lado teve um grande acerto em trazer o Brasil Open para São Paulo atraindo jogadores de qualidade e provavelmente um ótimo público para o Ginásio do Ibirapuera, por outro a Koch Tavares, organizadora do torneio, comete um enorme erro ao não oferecer NENHUM convite sequer a tenistas da casa.

 

Os dois outros convites pode-se entender, para Nicolas Almagro, atual campeão e 11º do mundo – que deveria ter se inscrito na competição não é ? – e Fernando Gonzalez, ex-top 5. Mas o último foi dado para o espanhol Javier Martí, 181 do mundo. QUEM ????

Calma que eu explico. Martí é tenista da Octagon, parceira da Koch Tavares. Está aí a justificativa.

Mesmo assim não dá pra entender. É até ridículo ter um torneio de calibre no país e não se dar nenhum convite para os nossos jogadores.

Em torneios na Índia, no Qatar, nos Emirados Árabes que a safra de jogadores é praticamente ZERO, a organização costuma a pelo menos reservar um destes convites para locais.

Piora a decisão do Brasil Open quando vemos que já saiu do papel o projeto de desenvolvimento do nosso tênis elaborado por Guga/Larri Passos em conjunto com a CBT e ainda a boa safra de valores como Guilherme Clezar, Tiago Fernandes, Bruno Sant´Anna, João Sorgi, Thiago Monteiro, Christian Lindell além da subida de Rogério Dutra Silva.

Quanto menos nossos tenistas jogarem contra rivais de alto calibre, menos vão se desenvolver para o futuro. E o Brasil Open definitivamente paga um mico com esta atitude e se rebaixa no conceito com os nossos jogadores. Uma pena.



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