Previsões do tênis para 2012



Não sou astrólogo, não faço cálculos matemáticos datados de números. Não tenho uma bola de cristal para dizer o que pode acontecer em 2012. Mas como em todo fim de ano – e esta é a última coluna de 2011 – todo indivíduo lança metas, projeções previsões para a nova temporada que começa em breve. Por isso lanço uma brincadeira neste meu último contato com você caro leitor. Quais são suas previsões para 2012 ?

Meu desafio é guardar esta coluna e abrí-la ao término do novo ano para saber se errei feio, acertei mais ou menos ou fui preciso. Confesso que esta última opção é bem complicada por conta da dispura do circuito hoje em dia.

Meus campeões dos Grand Slams para 2012. Na Austrália vou de Roger Federer e Petra Kvitova. Em Roland Garros, Rafael Nadal e a surpresa de Maria Sharapova. Em Wimbledon é a vez de Serena Williams e Federer brilharem. No US Open Novak Djokovic se recupera assim como Kim Clijsters.

No masculino Federer retoma o topo com uma briga acirrada com Nadal e Djokovic. No feminino Kvitova encerra como a líder e Caroline Wozniacki inicia sua queda. Andy Murray continua bem nos Masters, mas como sempre falha nos Majors.

No ATP Finals meus oito classificados serão: Federer, Nadal, Djokovic, Murray, Tsonga, Berdych, Ferrer, Del Potro. Raonic e Tomic vão se firmar e lutar pelo top 10. Juan Carlos Ferrero, Ivan Ljubicic e Fernando Gonzalez farão o último ano no circuito. David Nalbandian vai comemorar o primeiro título da Copa Davis com a Argentina e poderá se aposentar.

Entre os brasileiros, Thomaz Bellucci ganhará 1 ATP e terminará o ano entre os 25 melhores e fará quartas de final em Roland Garros. O país terá três tenistas nos Jogos de Londres com a ascenção de Feijão que terminará entre os 80 melhores assim como Ricardo Mello. Rogerinho Silva entrará no top 100 e os jovens Thiago Monteiro, Tiago Fernandes, João Sorgi e Bruno Sant´Anna vão ter ótimos resultados nos challengers e começarão a despontar.

 

E sobre a Copa Davis. O Brasil vai sofrer, suar muito, mas finalmente vamos voltar ao Grupo Mundial.



  • Nanny

    Deus te ouça sobre a Davis (para Brasil e Argentina), sobre o Bellucci em RG, mas acho que ele fará melhores campanhas em Masters 1000. Ver o Ferrero e o Nalbandian se aposentando é triste (necessário), aliás o Hewitt devia pensar nisso tbm (snif). Bom 2012 pra gente, mas Wimbledon terá um Murray pelo menos na final!

  • Gustavo Rodrigues

    Esqueceu só do Clezar dentre os jovens, que eu acho que é o tem mais chances de crescer nessa temporada. Vai ganhar rodagem nos challengers e termina o ano entre os 150.

    Torço muito pelo Federer, mas acho que o Nadal acaba no topo ao final da temporada, não sei se Federer conseguirá manter seu alto nível durante toda temporada.

    Na Davis acho que a pedreira vai ser maior no zonal americano contra a Colômbia, passando acho que pegaremos um adversário mais fácil dessa vez e em casa.

  • Chrystian

    Vamos lá.

    Classificados para o ATP Finals 2012, nesta ordem: Djokovic, Federer, Murray, Del Potro, Nadal, Tsonga, Ferrer e Berdych.

    Australian Open: Federer
    Roland Garros: Djokovic
    Wimbledon: Djokovic
    US Open: Del Potro

    Bellucci: Não ganha nenhum ATP, termina entre os 30 melhores.

  • MARIO CESAR RODRIGUES

    Caro Blogueiro concordo;;como disse não tem bola de cristal só te falo uma coisa pode escrever quanto a Rafael Nadal ele vai Ganhar os 4 grande Slam á medalha olimpica…e 5 masters só posso falar do que realmente acho..democracia!abraços!

    • Nem mi cagando….

  • Guilherme Fujinohara

    Federer vai levar tudo em 2012, 4 Slams e Olimpíadas. Na Davis vou torcer pra Argentina porque pro Brasil é desgostoso.

  • Henrique

    Minha previsão é tsonga ou murray na austrália e nadal no resto

  • Mani

    Hmm… quanto aos vencedores de Grand Slam ano que vem, acho que também depende bastante de como Del Potros e Tsongas estiverem jogando e em que chave eles caírem. Principalmente o Del Potro, que tem a confiança necessária para fazer estragos.

    Ah, e aí Fabrizio, quem leva as olimpíadas?

  • bem

    na australia vou de Federer e Serena
    Roland garros finalmente Federer vai vencer em cima do Nadal e no feminino Sharapova.
    Wimbledon Murray vence Federer na final e Serena vence no feminino.
    Us Open Federer vence Del Potro na final e Kim Clijsters vence no feminino

    na briga pelo topo masculino

    Federer 1 Djokovic 2 e Murray 3 Nadal 4

    na briga pelo topo feminino

    Serena 1, Sharapova 2, Kvitova 3, Wozniacki4.

    atp finals os oito serão

    Federer, Djokovic, Murray, Nadal, Del potro, Tsonga, Ferrer, e Roddick

    na copa davis

    a argentina será campeã

    Brasileiros

    Bellucci vai ganhar 2 atps, terminar entre os 20 melhores
    Melo, Feijão e Rogerinho terminaram no top 100
    e Thiago Monteiro sera a grata supresa da temporada no challengers

  • BRUNA BRITO

    Nossa Fabrício, adorei a sua previsão!! Espero que se concretize, mas torço por melhores resultados pra Maria Sharapova. Roland Garros será muito bem vindo!!
    Um ótimo ano novo pra você!!

  • vinicius

    Viajou no fundo do mar, esta certo apenas em relação a federer, belluci vai ladeira a baixo, vai sair do top 50.

  • gostei das suas previsoes

    engraçado, todo mundo que faz previsao, ou nos comentario, todos confiam que o Federer volta a ser o numero 1, mesmo que por algumas semanas.

    digo que e engraçado, nao pq e impossivel, eu tb confio nisso, mas isso mostra a confiança q todos tem nele, msm com quase 31 anos ele briga de igual com os demais, e é querido por todos. e como nao confiar nele?!

    em outro blog dei quase os mesmos paupites que vc, so que no USOpen eu apostei no Del Potro, o resto ta igual

    ah e nas olimpiadas vai dar Federer tb hehe

    feliz 2012 pra todos!

  • *palpites hehehehe

  • Julyanno Drummond

    Pessoal,
    Segue minhas previsões para 2012:
    Austrália: Federer
    RG: Djokovic em cima do Nadal
    Wimblendon: Federer
    Us Open: Andy Murray(finalmente)
    Olimpíadas: Federer
    Federer termina o ano no topo
    Copa Davis: Suíça ou França.
    Belucci vai despencar no ranking, terminando no top 50.
    Atp finals: Federer, Djokovic, Murray, Nadal, Tsonga, Ferrer, Berdych e Del Potro.
    Com relação ao tênis feminino vão aparecer novas beldades!!!O que poderíamos mais prever? Só assisto para ver as musas!Porquê tênis mesmo na WTA é o de menos!!
    Abraços à todos!!

  • O FIM DE RAFAEL NADAL

    “NESSE MOMENTO, SINTO UMA PAIXÃO MUITO MENOR EM ESTAR COMPETINDO”. Dessa declaração um colega do blog do Paulo Cleto projetou o fim de Nadal tomando como base o declínio de seu ponto mais forte, dito por muitos: “Não vejo volta nesse caminho e concluo, apesar do risco inerente dessa posição, que afetará diretamente no seu jogo doravante e possivelmente abreviará sua extraordinária carreira. O que deve ocorrer com a falta de resultados, aliás ele já mostrou o quanto isso o afeta com as seguidas derrotas para o Djoko.
    Ironias do destino, caso minha “profecia” seja confirmada, ao contrário do que muitos pregaram, não será o físico (joelho) que deixará Nadal na mão e abreviará sua carreira, e sim sua maior virtude até então enaltecida por todos, a cabeça e o emocional”. Na minha perspectiva, a lógica é outra: o mental do Nadal enfraqueceu porque sua base de sustentação foi minada totalmente.

    SOBRE O PODER MENTAL (CONTROLE EMOCIONAL)
    Uma parte do mental vem daquilo que é responsável por nossa personalidade e que se perde num caldo biogenético, cultural, social, educacional, etc. e que vai ditar a forma como encaramos as adversidades, bem como definirá o quanto o nosso querer pode ser intenso ou não na busca de nossos projetos. Quem já assistiu às entrevistas do Nadal ainda menino percebeu que o garoto não era normal: sua firmeza nas palavras concernentes ao seu futuro no tênis, além de sua serenidade em apontar suas dificuldades e metas mostrava já uma personalidade guerreira e um querer intenso. Toni recentemente lamentou-se por ter sido muito exigente com o Rafa. Mas, no entanto, não se viu do jovem tenista uma afirmação no nível psicológico da que Bellucci apresentou: “Quero um técnico flexível, que não seja tão autoritário, que saiba a hora de dar a bronca e outra de passar a mão na cabeça”. Bellucci não resistiria às exigências do Toni! Mas a outra parte vem do tênis que se pratica, composta não só pela habilidade e técnica do tenista, mas, também, pela forma como ele as aplica em quadra; ou seja, suas estratégias e táticas. E é esta a parte determinante, ou mais original, porque estamos falando do Nadal no âmbito do tênis, e não em relação a outros espaços existenciais de sua vida. Notem que a outra parte vai ter sempre seu lugar, pois o menino guerreiro, intrépido, que topa desafios, que briga, vai sempre estar presente, mas não será mais suficiente para mantê-lo como tenista vencedor, muito embora tenha sido necessária até então, pois um tênis forte sem uma personalidade de campeão não gera um grande conquistador, da mesma forma que uma personalidade fraca vinculada a um tênis competitivo não leva a grandes resultados. Não é a toa que vemos vários tenistas mais qualificados que Nadal, mas que não são ganhadores.
    Existem dois tipos de racionalidade, uma prática e outra teórica: a teórica, ou lógica, não depende de nossas experiências sensíveis, mas apenas de nossos dotes intelectuais, e, portanto, se diz “pura” ou “analítica”. E quem leu o livro “RAFA, MINHA HISTÓRIA DE VIDA”, capítulo 6, perceberá pela própria descrição do Nadal que ele sabe ser objetivo, racional-puro nos momentos mais críticos da partida (eu recomendo a leitura para qualquer tenista, principalmente para o Belo), o que explica como o Rafa conseguiu em muitas partidas difíceis manter-se focado na disputa dos pontos principais. Já a racionalidade prática é forjada nas experiências sensoriais que, por sua vez, relacionam-se fortemente com nossa imaginação, sentimentos e afetos, mantendo-se, atentem para isso, fundida a esses aspectos. Quando treino, do ponto de vista sensório-motor, estou sempre emotivamente focado (e não logicamente focado) e querendo a todo custo determinar meu corpo a se adestrar aos fundamentos. Com a repetição, os hábitos vão se fortalecendo e se realimentando positivamente pelo êxito, até que uma confiança “artificial” se instala e se torna a base para meu desempenho emocional em quadra. Nesse momento a simbiose se instala e uma alteração em um dos lados promove uma alteração no outro, seja favorável ou não. Assistimos, pois, a uma causalidade circular que passa a opera na nossa psique, pois o racional e o emocional encontram-se fundidos quando se trata de razão prática. Ora, se a base material, encontra-se, na gênese, no tênis praticado, é justamente nele que devemos buscar uma explicação para o “declínio” temporário ou não do Nadal, pois a personalidade do Rafa continua a mesma: o guerreiro continuará lá, mesmo que acuado por outras razões que falam mais alto. O colega fala que “seu físico já não é mais o mesmo, seu jogo de perna tb. Ele não agüenta mais ir em tantas bolas impossíveis como antes”. Isto tudo é mais verdade sob a ótica da motivação e da confiança que foi minada na direção proposta aqui.

    FENOMENOLOGIA DO DECLÍNIO.
    Ano passado Nadal reinou completamente, mas este ano seu tênis foi, aos poucos, sendo solapado em seus aspectos tático e estratégico, trazendo junto um declínio em seu mental. Nos primeiros jogos contra Djokovice Nadal estava no mesmo nível que do ano passado e sua confiança mostrava-se firme e forte. Mas foi a partir do momento em que sua maneira de jogar mostrou-se claramente, para ele mesmo, como não mais suficiente para mantê-lo como vencedor absoluto que sua parte mental começou a mostra sintomas de declínio (principalmente por força da frustração de alguém que não quer nunca perder): não conseguiu manter-se focado e determinado ao jogar os principais pontos, passou a lamentar-se mais, a mostrar preocupações e externá-las fisicamente (baixando a cabeça em vários jogos e momentos), a querer abreviar pontos, além das desculpas claras: o posto de número um não era tão importante, por exemplo. Indo ao ponto: o que vimos foi uma derrota no campo esportivo e depois o declínio no mental. E o declínio no campo mental agudizou seu status porque passou interferir nos fundamentos do seu tênis: seu drive e backhand caíram de nível, as bolas que eram atacadas magistralmente nas linhas passaram sair muito e até o seu forehand cheio de spin perdeu potência. Essa causalidade circulara é bastante evidente, e a linha temporal não mostra no início o Nadal inseguro e depois seu tênis vindo a claudicar, mas, sim, seu tênis perder poder nos aspectos táticos e estratégicos, acompanhado de uma queda nos seus golpes, e seu mental acompanhar seu declínio, vindo a interferir mais agudamente no seu tênis.

    A DERROCADA DO TÁTICO E ESTRATÉGICO
    Não há como negarmos que Nadal foi sempre um compenetrado e inteligente “jogador” de tênis. Em sua biografia ele mesmo declara que se tivesse que atacar vinte vezes o revés do Federer para ganhar o ponto ele o faria. Mas o que dava sustentabilidade a seu jogo eram sua tática e estratégia, que funcionaram muito bem contra o Federer (por esse não ter técnico em muitos momentos do confronto, além de, naturalmente, não ser inclinado a ser estratégico e tático, pois ele é naturalmente intuitivo), mas que foi desbancada por Djokovice. Já expliquei em detalhes esse ponto noutro texto, mas vou acrescentar algo que também é do conhecimento geral e entra como causa para seu declínio tenístico e, consequentemente, mental. Uma vês que os aspectos táticos (ser de início defensivo, apostar no erro do adversário, manter-se distante da linha de base, etc.) e estratégicos (forehand alto e cheio de top spin, balões na esquerda do adversário, enroscadas anguladas buscando o revés dos adversários destros, além das catimbas) passaram a não mais funcionar como antes, Nadal se viu obrigado a mudá-los, ou seja, saiu de sua zona de conforto trazendo como conseqüência uma nova perspectiva: ele se viu obrigado a mostrar serviço naquilo em que é claramente deficiente: suas qualidades como tenista, principalmente no quesito habilidade. Alguns jogos podem servir didaticamente para fundamentar meu ponto de vista. Contra o Myer ele perdeu o jogo quase que na totalidade com a estratégia saque e voleio, uma verdadeira aula dada por aquele tenista que se manteve tranqüilo o jogo todo. Contra Murray, foi outra derrota acachapante em que o escocês sobrou, como sempre sobrou, tenisticamente. Contra o Federer, a medida do excelente tenista, foi, não obstante qualquer alegação de cansaço ou de estar fora de ritmo, uma derrota que ficará sempre na memória dele e de quem assistiu àquele “espetáculo”. Contra o Tsonga, outra aula de saque e voleio, de excelente saque, de devoluções agressivas, bolas cruzadas de back de forehand e curtinhas. E contra o Francês ficou evidente que o Toni instruiu o Nadal a mudar sua tática, que também não funcionara contra o Federer: vocês devem ter notado que o Nadal jogou de forma mais agressiva, e, para isso, teve que, obrigatoriamente, vir jogar bem próximo à linha de base. Mas não surtiu efeito porque, no jogo franco, aberto, agressivo, o que pesa mesmo são as qualidades tenísticas. Daí que foi massacrado por Federer, que estava num daqueles dias de “inspiração” que só acometem os gênios, e educado no bom tênis por Tsonga, que de pouco tempo para cá, mostrou uma evolução clara. E na Davis? Não fosse a hiper lentidão da quadra, que amenizou a potencia das bolas flat Del Potro de fore e backhand, tanto nas paralelas como cruzadas, além do vacilo do argentino em momentos cruciais o Rafa não teria subsistido. Até nesse piso Nadal teve que jogar mais próximo da linha de base e ser mais agressivo. Mas repito: a quadra foi decisiva, porque num piso duro ou numa quadra não tão lenta, as bolas do argentino teriam feito um estrago absurdo no jogo do espanhol e no seu mental, que já não tava essa coca cola, mesmo no seu piso predileto.

    A PREVISÃO
    Toda previsão em qualquer campo fenomênico depende, para ser bem sucedida, de um equilíbrio no sistema em questão. Como disse alhures, o tênis é um sistema bem mais próximo do econômico do que do astronômico, e, por isso, mais suscetível a interferências que mudam o curso dos eventos e são capazes de tornar as previsões risíveis. Por isso, minha previsão vai pautar-se na exigência de estabilidade de alguma peças. O declínio final do Rafael Nadal está sujeito às seguintes estabilidades: 1) Djokovice volte ao status físico, técnico e mental que o consagrou, o que, a meu ver acontecerá porque Djokovice não é apenas um tenista de momento; 2) Murray, que será sempre um adversário qualificado, mostre-se com disposição tática de ser agressivo quando jogar contra o Nadal, o que não é tão certo no geral, como ele mesmo já demonstrou, mas que pode ser uma constante com Nadal; 3) Federer mantenha-se motivado e sempre jogue taticamente contra o Nadal, principalmente nos pisos em que seu tênis agressivo se adéqua melhor, pois só sua habilidade refinada e sua exuberante técnica se mostraram, na história dos confrontos, como não sendo suficientes para derrotar o Animal; 4) Tsonga mostre-se com a mesma empolgação e fé no seu tênis, porque ele é guerreiro e bem qualificado; 5) que Nadal não consiga desenvolver-se naqueles aspectos que qualificam melhor os tenistas para um jogo agressivo (O forehand do Nadal é muito limitado à força do seu spin, mas é ineficiente para produzir winners freqüentes e em vários pontos da quadra, bolas flats, slices agressivos; o Backhand tá bastante deficiente, não produzindo cruzadas nem paralelas chapadas como fazem Tsonga, Murray e Djokovice, que machucam o revés de qualquer tenista e nunca vi um slice sequer vindo desse golpe; o saque ainda não tá no nível destes citados, muito menos no de Federer, pois é muito sazonal; o voleio serve apenas para definir pontos, mas muito pouco como arma estratégica em que o tenista provoca uma situação clara para ir a rede, além disso, Nadal não aplica a díade saque-voleio como fazem Tsonga e Federer; pouco se ver curtinhas aplicadas pelo Nadal e quando vai para o quadrado mostra-se inseguro)

    DIFÍCIL SITUAÇÃO.
    Nadal sabe que sua maneira de jogar tem que ser mudada, mas estar diante de uma sinuca absurda. Se mudar a tática e passar a ser agressivo vai ficar em clara desvantagem porque tem, notoriamente, menos tênis que muitos dos top10; além do que, vindo para a linha de base, suas estratégias favoritas perdem efeito (o balão e forehand com top spin, o gancho bem enroscado) porque os tempos mudam e se requer uma nova adaptação, e como não se trata de uma habilidade, mas de uma técnica desenvolvida, é mister tempo. Além disso, Nadal não é em nada intuitivo, o que complica muito. Por outro lado, se Nadal se propuser a mudar sua tática e estratégia terá que mudar seu nível tenístico; e poderá ocorrer, por deficiência natural (este será seu grande teste), que o Rafa seja arrastado para os “antigos hábitos”. E se não mudar, continuará em declínio, que será cada vez mais acentuado, desde que 1,2,3, e 4 se estabilizem; sem falar em outros tenistas, como o Del Potro.

    • DIEGO

      CONCORDO PLENAMENTE O NADAL TEM QUE MELHORAR TECNICAMENTE E ARRUMAR OUTRAS ESTRATEGIAS

  • MARIO CESAR RODRIGUES

    Federer não ganha um slam talvez um masters 1000 só já tá bom ele deve jogar bem é nos master cup junto com Moya entre outros chega.Nadal é o cara Nole coitado 1362o pontos para defender Nadal sera o numero 1 !

  • Filipe Cardoso

    DJOKOVIC na cabeça, novamente naum vai ter pra ninguem !

  • Jhon

    Não vou ser nada discreto, vou de federer voltando ao top 1 .
    Fazendo um “Federer Slam” com o seu 1º roland Garros em cima do Nadal, o Australian open em cima do Djoko, assim como wimbledon e U.S open 😀

    ATP finals : Federer, Djoko, Nadal, Ferrer, Del potro, Tsonga, murray e Berdych ! 🙂

    e nas olimpiadas da Federer tbm ;B haha ‘

  • josé matheus

    Olha a sequencia
    1-Nadal
    2-federer
    3-Murray
    4-ferrer
    5-tsonga
    6-djokovic
    7-Tipsarevic
    8-Simmon

    • josé matheus

      Olimpiadas feijão vai ser bronze que vai disputar com bellucci
      Australian Open Nadal e wozniack
      Wimbledon federer e wozniack
      Roland Garro Nadal e sharapova
      Us open murray e serena willians

      Bellucci vai ir para a semi final de roland garro e perde para nadal e ganha o master 1000 de madrid
      e o brasil open e mais outro torneio 250 na quadra rapida e feijão vai ir para as oitavas do australian open e roland garro e fica no top 50 mello vai ganhar 3 torneio 250 e fica no top 40 e rogerio vai subir muito o seu ranking e vai para as olimpiadas

  • J.A

    Roger Federer volta ao top 1, batendo o record de 286 semanas do Sampras.
    Vence os Quatro Slam’s, com o primeiro Roland Garros em cima do Rafael Nadal.
    Nas olimpíadas dá Roger Federer na final histórica com Rafael Nadal.
    Federe incluindo os r vence 5 Masters 1000,de Monte Carlo e Roma que eram os únicos que ele não havia vencido ainda.
    No ATP FINALS: Federer, Djoko, Nadal, Ferrer, Del Potro, Tsonga, Murray e Berdych.
    Com Roger Federer vencendo mais uma vez, conseguindo seu 7º título.

    Roger Federer cala a boca daqueles que ainda teimavam que ele não é o maior da história. Fecha o ano com 11 títulos, Somando o 20º Grand Slam, o 23º Masters 1000, o 7º ATP Finals.
    Ultrapassa Andre Agassi e John McEnroe no número de vitórias, Passa das 300 Semanas como top 1, e ainda arrisco em uma sequência invicta de mais de 40 Jogos.

    Anote aê. ;D

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