Azedou para a Argentina…



A tática estava clara. Poupar David Nalbandian do primeiro jogo (contra Rafael Nadal) e utilizá-lo com toda a força nas duplas e pra definir no 5º jogo. Mas para dar certo precisava que Juan Martin Del Potro superasse David Ferrer. Esteve perto, abriu 2 sets a 1, levou ali pra alguns pontos importantes no 4º set, mas acabou levando a virada.

Agora a Argentina tem 2 a 0 abaixo, tem condições de vencer as duplas, mas terá um Delpo destruído fisicamente para o domingo (jogou 4h43 contra Ferrer) para enfrentar um Rafael Nadal cheio de confiança e com muito gás (jogou 2h27 contra Juan Monaco). Ou seja, a situação da Argentina para vencer sua primeira Copa Davis é delicada. Não é impossível, mas muito complicado.

São jogos como este de hoje entre Ferrer x Delpo que fazem da Copa Davis apaixonante. E que não mudem o formato como pedem alguns tenistas, como Nadal.

Estive lá em Barcelona na final de 2009 e pude presenciar duelo parecido entre Ferrer x Stepanek. O número 5 do mundo era tido, até uns três, quatro atrás, como uma ovelha negra do time espanhol, mas desde aquela vitória cotnra os tchecos não fica muito atrás como responsável por vitórias extraordinárias da equipe espanhola (este ano ele foi decisivo contra os Estados Unidos, vale lembrar).

E a torcida deu um show. A partida é em Sevilha, mas parecia ser em Buenos Aires. Os argentinos são incríveis, com coros cativantes e criatividade para ajudar ou alentar, como chamam, cada jogador. Os espanhois, mais comedidos, ficaram um pouco pra trás, mas não foram nada mal. Copa Davis é diferente, ainda mais numa final e para mais de 20 mil pessoas.



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