A confiança que Federer precisava. E nem Djokovic aguenta…



Dez meses sem títulos não é nada bom pra quem se acostumou a ganhar tanto. Some aí eliminações dolorosas perdendo match-points ou boas chances de mudar o curso nos torneios importantes. O resultado era um Roger Federer jogando bem, mas sem aquela essência vencedora que o fez dominar o circuito por cinco anos.

Nada como voltar pra casa, sentir os bons ares do torneio pelo qual já foi pegador de bolas, o evento que deu aquele impulso para tudo começar. Assim Roger Federer conquista a Basileia e mesmo que só tenha vencido rivais fregueses resgata aquela confiança meia esquecida que o fez sair do top 3 após oito anos.

Federer não só ganhou o torneio. Passou por cima de quase todo mundo. Mostrou que motivação ele tem de sobra pra disputar os torneios. O que faltava era a tal da confiança e ganhando, mesmo que seja um torneio menor, ela tende a reaparecer quando enfrentar os cachorrões nos principais eventos.

Paris vem aí e o principal desafio parece ser Andy Murray, que está no mesmo lado da chave. Aliás, o britânico não deve ter gostado de ouvir da boca do suíço que ele “não sabia o que queria da vida” ao reclamar do calendário e ainda pedir convite para jogar na Basileia e desistir momentos antes da estreia. Promessa de faísca caso este jogo ocorra.

E a dureza do circuito vitimou Novak Djokovic. O sérvio vem acusando problemas de lesão no ombro há séculos, mas vinha administrando até a série de jogos (venceu 67, perdeu 4) começarem a influenciar no fim da temporada do verão americano. Veio um problema sério nas costas, seis semanas sem jogar e agora o ombro novamente atrapalha a quase perfeita temporada. Alguns veículos apontam que ele não jogará Paris. Uma pena, o torneio perde com isso e o circuito segue fadado às desistências de fim de ano. Rafa Nadal é outro que está fora.

Curtinhas:

A boa campanha de Marcel Granollers pelo segundo ano seguido em Valência só me faz crer que Thomaz Bellucci pode UM DIA jogar bem no piso rápido. O espanhol não tem nada demais em seu jogo. E Bellucci tem qualidade. Que ainda não foi bem explorada na superfície.



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