Bola murcha para nossas meninas…



O desempenho do tênis feminino em Guadalajara foi pífio, foi igual à bola que é utilizada no torneio Pan-Americano, sem pressão, murcha (calma, esse tipo de bola é comum em torneios na altitude, dentro do regulamento).

Tudo bem que o piso rápido, bem veloz, que é utilizado no México, não é o habitat natural delas, mas não justifica que as três representantes não vençam nenhum set e ganhem apenas 14 games contra tenistas de rankings piores ou parecidos.

Em 1º lugar, não concordei com a escalação de Ana Clara Duarte no time. Foi a número 1 do Brasil até metade do ano, mas vem em uma fase péssima nos últimos meses. Roxane Vaisemberg, número dois do Brasil e melhor tenista do país na superfície rápida, foi esquecida. De qualquer forma, mesmo se ela fosse a tendência é que não fizesse muito mais do que as outras fizeram.

 

A CBT vem tentando soluções para as meninas, mas a princípio nada está dando certo. Contratou técnico, Raul Razinger, que saiu meses depois, criou uma série de torneios de US$ 10 até US$ 25 mil, os chamados futures, e que mesmo assim pouco foi capaz de elevar o ranking de nossas meninas. Falta mais apoio para a base e de repente mais treinadores capacidados. Mulheres são muito mais complicadas de treinar/se desenvolver do que os homens. A inclusão de algumas delas no projeto de Guga-Larri é um passo, mas ainda vamos demorar a ter resultados.

Coloco aqui um texto do Dr. Gilbert Bang, médico-fisiatra do time brasileiro da Copa Davis. Ele fala como funciona a Mulher Atleta. Vale à pena ler – Clique e Leia!

 

Hoje é dia da estreia dos homens. E no post de amanhã comento mais sobre eles.



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