Federer On Fire. A força dos tenistas



Roger Federer está ‘On Fire’, como dizem os americanos. Pro bom português, o suíço está com tudo. Ele manteve o nível das ótimas atuações no US Open contra Jo-Wilfried Tsonga, nem dando bola pra aquele tenista que foi quando perdeu pro francês recentemente em Montreal.

Federer manteve a agressividade, atacou mais cedo que o oponente, sacou bem e o principal, oscilou pouco. Acabou dando pouquíssimas chance, fechando a porta sempre que Tsonga começasse a querer entrar para a brincadeira.

Com a confiança mostrada e o fato de chegar com um rótulo um pouco de franco-atirador contra Djokovic – é verdade, afinal quem só perdeu dois jogos no ano foi o sérvio – vejo com bons olhos as chances de Roger repetir o feito de Roland Garros.

Djokovic não está sendo aquele tenista envolvente que foi nas últimas competições. Parece estar meio preso sobretudo no início de suas partidas. Foi muito passivo contra Janko Tipsarevic e só não ficou dois sets abaixo pois lutou muito e o rival deu uma amarelada no primeiro set.

O primeiro set se torna fundamental para Roger que joga sempre mais confiante quando lidera o marcador. Mas obviamente que um ponto ou outro, uma falha em momento importante aqui, outra ali pode mudar o rumo. De qualquer forma, Federer x Djokovic é um clássico que promete.

A força dos tenistas – Rafael Nadal, Andy Murray, Roger Federer, todos reclamaram da programação dos jogos. Nadal foi o que mais falou. Para ele jogar quatro dias seguidos seria péssimo. Certíssimo. Poucas horas depois de confirmar a passagem para as quartas, a organização anunciou a mudança da final para Segunda-Feira, pelo quarto ano seguido.

Partilho da opiniuão dos tenistas. A programação desde o início do US Open é equivocada. Não há necessidade de terminar a primeira fase na quarta-feira e tampouco há necessidade de fazer o Super Sábado com as duas semis e a final no domingo. Ótimas chances dos finalistas atuar em condições abaixo do que podem.

E Djokovic reclamou de algo básico que o US Open poderia usar, que custa bem menos que um teto retrátil. Lona para as quadras. Cada chuva razoável que cai é pelo menos 30, 40 minutos para limpar as superfícies. Com lona, vai rapidinho, agiliza. Só usar o exemplo de Wimbledon.



  • Raul

    Bom dia Fabrizio.

    Eu diria que o “mestre” tá com vontade, hein. Ele simplesmente não está dando chance para os adversários, quem olha os placares talvez ache que seus oponentes não estejam jogando bem, porém é o mestre que não está dando chances.
    Vejamos como ele se sai diante do 1 do mundo, estamos prestes a ver um jogaço, com certeza.

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