Que azar! Mas temos chances



Por favor traga uma benzedeira para o time brasileiro da Copa Davis. Dois oito países possíveis eram seis jogando em casa e outros dois com sorteio, ou seja, quase 90% de chances de atuar no Brasil. Mas fomos cair fora de casa contra justamente a Rússia. O local do confronto precisa ser escolhido até o dia 2 de agosto.

O maior problema é que eles vão escolher muito provavelmente um piso rápido e coberto. Eles têm tenistas acostumados a esta condição e a superfície não é nada agradável para qualquer jogador brasileiro.

Os russos já foram um time muito forte até uns dois, três anos atrás com Nikolay Davydenko e Marat Safin em boa fase, mas vem caindo principalmente nesta temporada com a aposentadoria do segundo, e a má fase do primeiro.

O time base da Rússia no último confronto diante da Suécia no Grupo Mundial foi: Dmitry Tursunov, Teymuraz Gabashvili, Igor Andreev e Igor Kunitsyn. Uma equipe bem ganhável. Mas que não contava com Davydenko por lesão.

Mikhail Youzhny anunciou sua aposentadoria da competição no início deste ano. Mas realmente não sei se podemos levar isso muito em conta. Em Davis já vi vários casos do jogador se retirar e voltar para um confronto. Ivan Ljubicic, da Croácia, foi um deles e ajudou o time contra a Sérvia no ano passado.

Com Davydenko, mesmo em fase ruim, os russos se tornam favoritos, mas o Brasil, por meio de Bellucci e o retorno de Ricardo Mello, que gosta do piso rápido, tem uma boa chance para vencer dois jogos de simples. A dupla se torna essencial e é aí onde João Zwetsch terá que quebrar a cabeça novamente. Dependendo da fase que vivem, poderia ser uma boa escolha voltar com Marcelo Melo para jogar com Bruno Soares sendo ligeiramente favoritos diante de provavelmente Tursunov e Kunitsyn.

Em simples, no momento, não vejo outro brasileiro melhor do que Ricardo Mello para as condições que devemos enfrentar.

Será muito duro, mas desejo sorte ao time brasileiro que já bateu na trave nos últimos cinco anos.

Outros duelos. Austrália recebe a Suíça. Confronto interessante. A primeira questão. Será que Federer vai se debandar pra Oceânia logo após jogar o US Open em Nova York ? Difícil. Se o número 3 se submeter a isso os suíços viram favoritos. Caso contrário, será um duelo super equilibrado.

Tchecos são favoritos contra os romenos mesmo fora de casa. Canadá tem boa chance contra Israel fora de casa se Milos Raonic jogar. Croácia leve favorita contra a África do Sul fora de casa. Chile e Itália prometem duelo duro na América do Sul. Japão tem boas chances contra a Índia em casa. Bélgica joga em casa contra a Áustria em duelo onde a dupla pode ser o diferencial pros austríacos.



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