Bellucci será o 30º cabeça em Wimbledon. Guga, 10 anos do Tri!



Thomaz Bellucci será o 30º cabeça de chave na 125ª edição do mais tradicional torneio de tênis do mundo, Wimbledon, que começa dentro de dez dias em Londres. Até aí todos podem pensar. Uaí, ele é o número 30 do mundo, então não tem novidade.

Mas o terceiro Grand Slam do ano jogado é o único que não segue totalmente a ordem do ranking da ATP e nem WTA para conceder direitos de cabeça de chave a um jogador. Ele adere 100% dos pontos conquistados na grama nos últimos 12 meses mais 75% dos pontos dos melhores resultados do tenista no ano anterior.

Bellucci, por exemplo, iniciará a semana que vem no 29º posto da ATP, mas será o cabeça 30 pois tem menos desses pontos na superfície do que o espanhol Guillermo Garcia-Lopez que é o 32º colocado e será o cabeça de chave 26 da competição.

Ser o cabeça 30 dá condição de Bellucci evitar um top nas duas primeiras rodadas, mas ele terá um top 8 a partir da terceira rodada. No ano passado foi similar. Thomaz encontrou Robin Soderling e foi derrotado na 3ª rodada.

Lá pra cima sem muitas mudanças. Rafael Nadal, atual campeão, será o principal favorito. Roger Federer, quadrifinalista do ano passado e campeão de 2009 foi desbancado por Novak Djokovic e será o cabeça três emparelhando com um desses dois na semifinal. Imagina uma semi Federer x Nadal ou a repetição de Federer x Djokovic em Roland Garros ?

Andy Murray será o 4º favorito seguido por Robin Soderling, Tomas Berdych, David Ferrer. Em 8º o atual número 10 do mundo, Andy Roddick, vice-campeão de 2009. Gael Monfils o nono e Mardy Fish em 10º.

10 anos do Tri – Não poderia deixar de prestar homenagem a Gustavo Kuerten. Hoje completa 10 anos do seu tricampeonato de Roland Garros, o último número 1 do mundo a vencer o torneio antes de Rafael Nadal este ano.

Conquista que teve momento turbulento e que começou com aquela maginífica virada nas oitavas sobre o desconhecido Michael Russell onde teve match-point contra, jogou bola na linha parasair de 2 sets abaixo. Como sempre Yevgeny Kafelnikov era um talismã, nas quartas de final, e Juan Carlos Ferrero, adversário temido, foi varrido na semifinal. Na final, muito vento e início ruim com Alex Corretja marcando 1 set a 0, mas virada com autoridade.

O coração na quadra Philippe Chatrier, desenhado pela primeira vez nas oitavas, foi o símbolo do surfista do saibro consagrado em Paris.

Valeu, Guga!

Alguém tem memórias daquela conquista de Guga em 2001 ? A caixinha está aberta para comentários!



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