Preocupado com o Federer



Confesso estar bastante preocupado com Roger Federer. Notável que sua vontade para com os Masters 1000 não é das maiores há alguns anos, mas o suíço vem acumulando algumas derrotas melancólicas para tenistas com o qual passava sem muitos sustos.

O que é pior. O suíço vem mostrando uma excessiva pressa, ansiedade e falta de poder de finalização em vários jogos e contra tenistas de mais baixo ranking. Incomum.

Ontem contra Jo Tsonga ofereceu sete break-points ao rival, mas conseguiu se safar com o saque e hoje contra Richard Gasquet tinha a partida nas mãos e não soube fechar. Outro exemplo. Diante de Melzer nas quartas de Monte Carlo teve diversos breaks e perdeu vários com erros bobos.

No ano Federer soma apenas uma vitória sobre top 10, diante de Robin Soderling, e apenas duas finais e um título de ATP 250, nenhuma final de Masters 1000. Pro padrão Federer estabelecido nos últimos sete anos, é uma primeira parte de ano que deixou um pouco a desejar.

Ainda acredito que ele possa se levantar e jogar seu melhor em Roland Garros e Wimbledon como fez em 2009. Caso decepcione em ambos o prazo de validade do gênio definitivamente começa a vencer.

Curtinhas:

Não discordo das declarações do Federer quando ele diz que deseja voltar ao topo. Força ele está fazendo, mas a pulguinha chamada ‘falta de confiança’ não o deixa. Ele vive um dilema pois se acostumou a vencer muito, jogar com a confiança lá no alto e agora vê outros tomarem seu lugar e não o respeitarem tanto como faziam.

Federer não ganha mais pelo nome.

Sobre Rafael Nadal. Eu adoraria acordar com a febre que ele teve e jogar do jeito que jogou. Foi bem melhor hoje do que a péssima estreia contra Paolo Lorenzi. E se não piorar, não deve ter tanto problema para chegar à final. Marin Cilic é um ótimo jogador, mas não vive fase tão boa e tampouco é bom no saibro.



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