Físico ainda deixa o Bellucci na mão



Falta de energia e cansaço foram os motivos dados alegados para a derrota de Thomaz Bellucci nesta terça-feira em Roma. Ele disse que não deveria nem ter entrado em quadra hoje. De fato ele parecia apressado, impaciente e ofegante diante das longas trocas contra o regular Paolo Lorenzi.  Acrescente aí as diferenças de condições para Madri.

Mas o nosso número 1 não fez jogos tão longos na Espanha que justificassem tanto esse cansaço e tampouco o deslocamento Madri-Roma é desgastante (menos de duas horas de voo).

O que podemos notar e novamente bater na tecla é que o preparo físico de Bellucci não é do nível de um Top 10 como seu jogo esteve na semana passada. Durante todo ano ele mostrou evoluções neste aspecto, conseguindo aguentar mais os jogos longos, mas ainda tem muito a melhorar.

Bellucci segue viajando sem um preparador físico fixo e apenas conta com a Equipe do Larri quando está no Brasil.

Lado Positivo da Derrota é pequeno. Terá mais tempo para se preparar par aRoland Garros que começa em 12 dias. Mas com uma segunda rodada diante de Rafael Nadal ele acaba ganhando apenas mais um dia de descanso. Nada tão significante.

Lado Negativo é maior. Com a queda de Michael Llodra, a vitória daria, muito provavelmente, a vaga do Top 20 para Thomaz na semana que vem. Agora ele cairá para o 23º na melhor das hipóteses e precisa torcer contra boas campanhas de Marin Cilic, Florian Mayer e Sam Querrey. Se estes três avançarem muito, Bellucci cai pro 26º do mundo e seria a princípio o cabeça de chave 25 em Roland Garros tendo que enfrentar um Top 8 a partir da 3ª Rodada.

Curtinhas:

Como eu afirmei no meus últimos posts. As condições de Madri favorecem ao jogo de Thomaz pela altitude. Roma é ao nível do mar. Ele também joga bem ao nível do mar, já fez final no Sauípe, oitavas em Roland Garros e lá mesmo na Itália, mas seus únicos dois títulos foram nas altitudes de Gstaad e Santiago e o melhor resultado da carreira em Madri.



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